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24 de dezembro de 2010

Comidinhas de natal!

Postado por Ci na sexta-feira, dezembro 24, 2010 6 comentários
Eu sei que já é quase hora de Natal, mas vim mostrar meus dotes culinários. Acho que o dia estava magicamente enfeitiçado para sair tudo lindo.

E tudo começou assim:

Resultados:

Cheesecake


Torta de Maça

Pão Recheado

Torta Holandesa Crocante

Quem quiser a receita é só me avisar! (Ou pedir pra Amanda porque ela me passou metade delas e deu suporte 24h por telefone)

Feliz natal! Comam bastante!

9 de julho de 2010

Essa música tem gosto de...

Postado por Ci na sexta-feira, julho 09, 2010 4 comentários
Vim hoje aqui partilhar um sentimento meu que muito provavelmente não é exclusive do time feminino. Como eu nunca fui homem na vida, tenho que confessar que não sei como vocês homens se sentem (sintam-se a vontade para compartilhar conosco também!). Mas eu sei como eu, uma mulher muito chic (cof!), me sinto.

Todas as músicas que ouço, e não vamos julgar o gosto alheio, me trazem um sentimento diferente, relacionado a época e fase em que ela foi ouvida (estava na moda, tocava no rádio, blá blá blá). Até aí tudo bem. Mas não é bem a uma situação específica a qual a música se remete e sim a um sentimento ou uma mistura deles.

Não é necessário ouvir a música. Ela aparece do nada na minha mente e eu fico com aquele "gosto" do sentimento na boca. Parece que está sendo ali e agora. Tudo volta como um turbilhão de emoções e dependendo, dá até um negócio. Às vezes negócio bom, às vezes negócio ruim.

Hmmm, será que eu estou sendo clara? Vou explicar. Con te partiro tocou na "celebração" quando o meu avô faleceu. Eu escolhi a música. É óbvio que eu não posso ouvir que nada e ninguém me faz parar de chorar. Mas isso é lembrar de uma cena, um dia específico que me chateou. Mas tem algumas que não remetem a uma cena ou dia específico, mas o sentimento vem com tudo. Por exemplo, eu não consigo explicar o que sinto quando ouço ou ouço internamente, rs, Karma Chameleon do Culture Club. É uma felicidade, uma explosão, um frio na barriga, uma mistura de paixão, medo. Uma vontade de pular de um sky coaster (deus me livre!) e ao mesmo tempo de dançar eternamente! E não a um dia específico no darta (tanto poque tocou todas as vezes!).

Isso acontece também com Lonely, que eu não lembro quem canta, e tem gosto de abandono. Metal contra as nuvens da Legião que tem gosto de abraço apertado. No air, que eu também não sei quem canta, tem gosto de tristeza. Don´t worry baby, que toca na Alpha o tempo todo e tem gosto de liberdade. Like a prayer tem gosto de viver, correr, tudo loucamente. Sometimes tem gosto de passado gostoso.

E tem uma que não sai da minha cabeça recentemente... Que tem gosto de... Bom, ainda não sei definir que gosto tem. Acho que a música não é em inglês... É mais ou menos assim... nananananaa ÊO nanananananan ÊO nananananan ÊO O O O O O O
Se alguem souber, help me!

Vocês também sentem gosto de música? Hein??

2 de julho de 2010

Recomendações, terráqueos!

Postado por Ci na sexta-feira, julho 02, 2010 4 comentários
Oi, pessoas!
(Oi, pessoas???? Eu não começo um texto assim desde o uppermegawowwow (que eu acabei de descobrir que foi deletado do universo!)!)
Eu fui abduzida, mas vejam só, tem internet aqui nesse planeta distante! E wireless!
Não posto há um certo tempo por falta de linha de raciocínio mental. Sim, eu tenho falta de linha de raciocínio (Oi, Meu nome é Cindy. - Oi, Cindy!). É que pra escrever sobre alguma coisa, eu preciso de: um assunto; um assunto interessante; tempo; criatividade. Eu não estou conseguindo juntar todos esses tópicos em um mesmo post ultimamente, então pra vir aqui falar abobrinha para todos os milhões de leitores diários que temos, preferi me ausentar...
Então hoje você tem um assunto, Cindyleps?
Não, queridos leitores, hoje eu não tenho um assunto que renda um gigante post. Mas eu tenho um monte de pequenos assuntos!
Esqueçam a parte do "oi, pessoas", agora começa o meu post, ok???
Recomendações, terráqueos!

Recomendo minha última nova Melissa (já que a Tata falou tanto de Melissas!), uma Ultragirl + Vivienne Westwood (Tks, Vivs!). Ela é muuuito confortável, por sinal, todas as ultragirls são, mas essa em especial, reformulada, com um saltinho interno, mais alta no calcanhar e mais larguinha na frente ficou show! Eu tenho uma da Sininho de antigamente (a que a Taís quer! A diferença é que a minha é rosa chiclé igual a aranha dela, mas eu nem ligo que é chamativa e uso direto) e ela até que machucava um pouco. Mas essa nova é muito confortável e digo isso porque tenho uma da Barbie além da da Vivs.

Outra recomendação é o Peixe Urbano! Principalmente para nós, mulhere, aproveitadoras de uma boa promoção. Funciona assim, eles liberam uma super oferta por um determinado número de horas. Aí, durante esse tempo, as pessoas podem comprar a promoção, pelo valor anunciado (por cartão de crédito e acho que tem débito também). Se passar do número mínimo de pessoas, a oferta é ativada (não me pergunte qual o número mínimo de pessoas!), aí você imprime o cupom e vai desfrutar da promoção que você comprou. Corram, ainda tem Frozen Yogurt da Yogoberry no shopping Villa-Lobos por R$1,50 por mais uma hora! Vale a pena dar uma olhada diária, vai que é alguma coisa que você queria muito pela metade do preço! Tem comida, massagem, passeios...
Última recomendação. Há uns três meses atrás, eu decidi fazer teatro. Não porque eu quero aparecer na tv, tanto porque eu não tenho nenhummm talento, mas porque eu queria alguma atividade que me ajudasse nesse desenvolvimento da comunicação e expressão. Aí encontrei o Teatro Escola Macunaíma e um curso chamado Pró-Ser, justamente com jogos teatrais para quem não quer ser ator. São oito aulas, por dois meses. Nas aulas temos algumas meditações e jogos teatrais, mas depois dos jogos em vez de uma explicação voltada para o palco, tem uma reflexão voltada para a vida. É muito divertido! A gente ri demais! Se diverte demais! E faz uma coisa bem diferente do que rotina e o dia a dia. De pés no chão, cada aula com um foco de desenvolvimento. Muito bom! Minha última aula nessa sexta =( Já estou com saudades!



Posso dar uma dica extra? Assistam Glee! É tosco! Adoro!

26 de abril de 2010

Para sempre Alice

Postado por Amanda Mirasierras na segunda-feira, abril 26, 2010 6 comentários
Alice no País das Maravilhas formou minha tríade de histórias-infantis-não-infantis predileta juntamente com Peter Pan e O Mágico de Oz. E como eu sou uma pessoas extremamente possessiva com meus gostos, fiquei muito brava quando soube que haveria uma adaptação da história para o cinema. E pior: com o Johnny Depp e dirigida por Tim Burton. Desde os primeiros boatos eu vislumbrei milhares de pessoas usando o Chapeleiro Louco como avatar do Orkut, adolescentes usando camisetas da Alice e milhares de ítens ilustrados com o meu adorado Cheshire. Algo como aquela euforia que houve em torno do remake d'A Fantástica Fábrica de Chocolate. Enfim, o caos completo.

Alice não é história de criança, isso todo mundo sabe. Também todo mundo já escutou versões e especulações sobre lisergia, pedofilia, mensagens subliminares e mais um caminhão de histórias. Eu, que conheci Alice pela Disney muito antes de ouvir falar em Lewis Carroll, me encantei com os personagens mágicos, as milhares de cores misturadas e a menina que era ora grande, ora pequena. E que, desperta, percebeu-se de fato maior ou mais velha. Isso eu sempre entendi.

E eu, durante toda a minha vida, oscilei entre ser pequena e grande. Como todo mundo, aliás. Eu sou muito grande quando falo sobre o meu casamento, penso nas minhas opções de futuro e me preocupo com as questões cotidianas. Quando preciso optar entre emprego ou bolsa, entre um doutorado certo e um mestrado incerto, entre a minha escolha e a minha vocação, eu sou um gigante cheio de interrogações.

Mas depois eu volto para casa no fim do dia e escuto um CD conhecido enquanto tomo banho. Eu assisto dezenas de vezes as minhas séries preferidas e vou diminuindo. E quando entro no meu prédio pensando que em alguns meses serei visitante na casa onde nasci, meu coração aperta tanto que eu passo pela porta muito, muito pequena. Tão diminuta que quase peço à minha mãe que me leve no bolso para o trabalho dela.

Penso em todas as rosas brancas que pintei de vermelho. Em todas as vezes que me prendi num chá sem fim. Em rainhas e animais falantes que ainda hoje ocupam a minha mente sempre tão presa ao que é indiscutivelmente real. Pequenos e grandes, entrando pelas fechaduras e saindo dos buracos, todos oscilamos entre crianças e adultos por toda a vida. E a graça é essa.

Portanto, não importa que tenham maculado uma das melhores histórias numa versão mornamente arriscada. Nem importa se o Tim Burton não conseguiu imprimir sua marca macabra numa história tão colorida. Seja num suposto sonho infantil ou num pedido de casamento, o importante é saber que ninguém é crescido o bastante para deixar de ser pequeno.


Não é tarde!

11 de janeiro de 2010

Com gosto de saudade

Postado por Amanda Mirasierras na segunda-feira, janeiro 11, 2010 5 comentários
Elas estavam juntas na fila do cinema, carregando cada uma uma Coca Cola e dividindo um pacote de pipocas. Eram de altura mediana, mais para magras do que para gordas, vestindo calças jeans, moletons coloridos e tênis. Os cabelos castanhos, talvez com algumas mechas mais claras, eram compridos e estavam presos. E as duas tentavam insistentemente manter a franja ondolada atrás das orelhas, porque nessa idade nós ainda não fizemos as pazes com os cabelos.

Dentro do cinema, por coincidência, elas se sentaram ao meu lado, a uma poltrona de distância. De pernas cruzadas sobre a cadeira, elas conversavam:

- A Mariana mudou muito depois que começou a andar com a Fernanda. Ela quase nem fala mais comigo, na festa de sábado nem olhou direito na minha cara.
- Eu, tipo, não concordo com isso, sabe. Ela faz amigas novas e esquece das velhas. Mas nem ligo pra ela.
- É, nem eu. Azar o dela que não está aqui. Prefiro sair com você, você é minha melhor amiga.


E a conversa passou por meninos, prova de matemática e festinhas. De vez em quando elas mexiam nos celulares cor-de-rosa protegidos por capas coloridas com suas unhas compridas e escuras. Ou curtinhas e por fazer.

Passaram a sessão quietas, repartindo a pipoca e a adolescência, e se levantaram assim que as luzes do cinema se acenderam. Elas se afastaram sem pressa, rindo de qualquer coisa e levando com elas a minha saudade de uma época tão boa. Uma fase que, quando vivi, parecia definitiva e dificílima. E hoje, quando olho para ela com meus olhos adultos, sorrio ao perceber que eu era só uma garota. Só mais uma.

9 de outubro de 2009

Mente que puxa

Postado por Ci na sexta-feira, outubro 09, 2009 6 comentários
Não sei explicar o porquê, mas eu sempre tenho meus pensamentos direcionados para a "normalidade". Eu não consigo *ser* apenas, estou constantemente pensando "será que só eu sou assim". E pensar é uma das atividades que mais faço e pra ser bem sincera, que mais me cansa. Às vezes, olho para o Du e penso que ele não pensa, e que pensar talvez (repito, talvez) seja uma coisa mais feminina. Não estou queimando meu namorado né, e dizendo que ele não pensa, mas eu acho de verdade que ele consegue pensar uma música, ou pensar branco, pensar em coisas tranquilas e quando ele mais está compenetrado e eu pergunto "o que você está pensando?", ele responde "Nada" (e você consegue acreditar que ele está pensando em nada). Simples assim.

Pois bem, como se pensar não bastasse, tenho mente que puxa. Funciona mais ou menos assim em um milésimo de segundo: por exemplo, quando eu faço depilação, o cheiro me lembra quando meu avô levava a gente pra fazer compras pro salão da minha mãe. Aí isso me lembra que uma dessas vezes, ela foi fazer alguma coisa enquando ele foi buscar umas outras pra ela e a mulher da loja convenceu ele a levar um removedor de cera que minha mãe não gostou e brigou com ele. Isso me lembra minha madrinha e meu primo, logo que eu ganhei meu bichinho virtual branco. Meu bichinho virtual branco me lembra o casamento da "Mariana" e do Ronaldinho na Malhação quando eu tinha exatamente 10 anos. 10 anos me lembra Chiquititas, que me lembra álbum de figurinhas. Esse cheio de figurinha me lembra o Du que me deixava colar algumas figurinhas no álbum dele da copa antes da gente namorar. Isso me lembra que todos os namorados que já tive gostam de usar camisas de futebol. E por aí vai...

Ufa! Que enorme esse parágrafo. Enfim, o que eu quis dizer é que minha velocidade de raciocínio e minha mente que puxa, me fazem olhar para um açougue e umas 15 sequências diferentes depois, ter saudade da Tia Miriam. Vestir uma meia e, lembrar da Marisa lá em Portugal. Comer brigadeiro e sentir saudade de assistir A Convenção das Bruxas.

Me diz, todo mundo é assim?

28 de setembro de 2009

Pra quem não sabe amar

Postado por Amanda Mirasierras na segunda-feira, setembro 28, 2009 6 comentários
Fica esperando alguém que caiba no seu sonho
Como varizes que vão aumentando
Como insetos em volta da lâmpada


Amar não é fácil. E eu não estou me referindo a dificuldade de se manter um relacionamento saudável, mas sim ao quanto é complicado se entregar a um sentimento de forma absoluta.

Amor não acontece à primeira vista. Você pode sentir atração, desejo, interesse, mas não amor. Amor não é aquela paixão arrebatadora que faz cegar e acelerar os batimentos cardíacos. Amor vem devagar, sempre encontra um local para se instalar, não faz alarde e aquece a alma. Não se engane pensando que em sua vida não há lugar para o amor. Quando você se dá conta, ele já está lá.

Mas você precisa deixar a porta aberta. Precisa estar disposto, precisa querer, e precisa se esforçar. O amor você constrói bem devagar, a cada beijo, a cada encontro de mãos, a cada sonho pensado junto, a cada lágrima compartilhada. A cada riso verdadeiro, a cada medo dividido, a cada discussão dolorida, a cada saudade que aperta no peito. A cada café, a cada flor, a cada carta.

Eu acredito sim que o amor é construído. Nunca vem terminado e não é fácil de criar, mas se você quiser, vai conseguir fazer nascer. Você só precisa manter o coração disposto a receber os sinais de quando vale a pena, e quando tiver certeza, se entregar verdadeiramente à tarefa.

Quem espera amor pronto pode vir a descobrir - talvez tarde demais - que ninguém aparece em nossas vidas envolvido em letras de neon que dizem "é ele!". Você tem que arriscar. E vai se machucar. Ah, vai. E muito. Pode acreditar em mim. Mas um dia você percebe que havia um motivo.

Um dia você vai olhar para o lado, de espírito leve, e receber um sorriso cúmplice. Vai entender que tudo aconteceu exatamente como tinha que acontecer. Mesmo que tenha demorado, ou que tenha sido a um preço alto demais. Você vai entender que foi preciso viver tudo para se moldar numa pessoa nova, renascida, completa, que é capaz de amar verdadeiramente por não esperar nada em troca. Que não espera a outra metade de laranja porque já é uma tremenda salada de frutas.

Você só vai esperar mais amor. E paz, felicidade e vida. E vai receber... e vai fazer muito sentido.

Se sou eu quem diz, vocês podem confiar.

31 de julho de 2009

As minhas escritoras preferidas

Postado por Ci na sexta-feira, julho 31, 2009 4 comentários
Peço licença às botas, às bolsas e à TPM.

Gostaria de aproveitar o gancho do assunto aberto pela Norma e falar pra vocês hoje sobre as minhas escritoras preferidas.

Uma delas li pela primeira vez há mais ou menos cinco anos. Tenho que confessar que a maneira como descreveu sua vida, sua ira, seus jeitos me impressionaram e me intimidaram. Hoje, quando eu leio, vejo além. A descrição dos detalhes é com perfeição e a arte de colocar em palavras aquilo que você sente, mas que jamais pensou que fosse possível descrever é um dom. Ela não é formada em Letras, mas talvez porque não fosse necessário. E quando você enxerga os olhos, as palavras escritas por ela de repente se parecem janelas, você vê e você sente.

Minha outra escritora preferida eu leio há oito anos. Ela escreve uma poesia sem rimas, com uma musicalidade gostosa de um jeito livre, solto e puro. Daqueles que você lê várias vezes, não entende nada, mas adora o todo. Daqueles que dependendo do seu humor quando lê, interpreta de uma maneira diferente. E apesar das Letras, se as palavras faltarem, espere um desenho. Ela escreve de maneira básica, concisa e direta. Eu já falei da música? Você ainda sim ouve a música... Você vê a parte e a parte muda, mas o todo é sempre igual.

Eu descreveria milhões de diferenças entre elas, entre nós. Descreveria outros tantos milhões de semelhanças e qualidades.Eu não sei dizer o que nos une, mas sei que eu não me canso de ler essas histórias, independente do jeito que elas são contadas. Eu dou risada junto, choro, me divirto, me vejo, compreendo, critico, aprendo, ensino, assisto, me emociono.

Se os contos dessas duas aí caírem sem querer em suas mãos, agarre e leia. Vale a pena, eu garanto.

19 de junho de 2009

Coisa de mulher

Postado por Ci na sexta-feira, junho 19, 2009 5 comentários
Blog, por exemplo, não é coisa só de mulher. Mas blog rosa (ou roxinho, tanto faz, também é coisa de mulher) é sim, coisa de mulher. Blog rosa (eu prefiro pensar que essa cor aí do fundo é rosa!), com pernocas, sapatinhos que parecem Melissas, sacolas de compra e glitter é muuuito coisa de mulher.

E foi justamente a necessidade de falar de coisas de mulher, que criamos o blog.

Porque mulher tem essa coisa de necessidade, ? A gente precisa. Precisa conversar sobre o novo lançamento de batom, aquela bota linda, aquela saia que saiu de moda, cólica, fluxo menstrual, casos, acasos, descasos, drama, muuuito drama.

E a Taís falou que meu primeiro post não precisava ser um post de abertura, mas eu não resisti. Eu não consigo fazer uma coisa sem "começar". Não sei explicar o porquê, é coisa de mulher!
Então segunda-feira, a gente começa de verdade, tá bom? Sei lá, começar duas vezes deve ser coisa de mulher também! =)
 

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