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13 de setembro de 2010

Just Married

Postado por Tata na segunda-feira, setembro 13, 2010 6 comentários
All we need is love

Como a Amanda está desfrutando de sua merecida mudança de ares por causa da lua de mel e, claro, não vai postar hoje, deixo aqui um petisco da tão planejada festa:


Os detalhes do convite, doces e bem casados, lembrancinhas, bolo e das lindas flores da festa. Atenção especial ao porta lencinho de papel mais gracinha do mundo (bordado pela mãe da noiva) com os dizeres "Para suas lágrimas de alegria" (eu usei! - e agora ele já está habitando minha bolsa). E o vinho também estava maravilhoso...


O vestido - frente e verso. Foram as melhores fotos que consegui, pena não ter conseguido tirar da cerimônia (e da mantilha), mas adianto que foi linda e toda com músicas dos Beatles! No centro as bridesmaids e as duas mais especiais (cof cof) com os noivos felizes! E as fotos das pessoas bêbadas e suadas na pista de dança ficam pro orkut mesmo...

Felicidade

19 de fevereiro de 2010

Querida prima,

Postado por Ci na sexta-feira, fevereiro 19, 2010 6 comentários
Crescer não é necessariamente uma coisa legal. É uma coisa incontrolável. O tempo vai passar, choramingando pelos cantos ou curtindo a vida. Tudo depende de como você enxerga as situações e momentos.

Daqui pra frente, sinto em informar, seus problemas aumentarão, assim como suas responsabilidades. Você sentirá o peso do Ensino Médio e em seguida do Vestibular... E não só nessa parte de estudos, como do pessoal da escola e da própria fase. Se hoje essa sua indecisão é um charme, pense na hora de escolher seu curso da faculdade.

Tem uma coisa muito boa de tudo isso, cada dia que passa, você se torna mais você. Você assume mais as suas escolhas, as suas opiniões e assume os seus riscos. Você ganha liberdade. De ir, vir, ficar, de fazer o que tiver vontade de fazer e por isso eu disse sobre a responsabilidade.

Eu conheço você desde bem antes de você nascer. Eu estava com a sua mãe quando ela descobriu que estava grávida. Eu te parabenizo pelo seu aniversário há 14 anos. Eu sei de cór a musiquinha que você cantava na "Escolinha Rei Leão é lugar de alegria...". Eu sei mais um monte de outras musiquinhas que você me ensinou com uns 3 aninhos de idade. Eu fui sua amiga secreta no ano novo de 2000, quando você me deu uma pulseira linda. Eu dancei chiquititas e floribella com você. Eu acompanhei as fases de cabelo de Paulinho e de banguelice. Eu perdi as contas de quantas vezes nossos 8 anos de diferença não fizeram diferença nenhuma. Eu ouvi sobre os meninos, sobre ficantes e sobre o primeiro namorado. Eu torci quase como uma cheerleader particular, rs. Eu admirei sua beleza sempre.

Eu queria te dar o maior e melhor presente do mundo, mas esse presente meio que não existe. Então aí eu resolvi me dedicar à sua festa, fazer meu máximo em homenagens e dizer que eu te amo. Nossa, MUITO. A vida inteira. ^^

Essa é a Gabriela. Minha prima mais que querida que completou 15 anos no último dia 10 e comemoraremos amanhã. Desculpem usar o espaço, mas sim, estou fazendo meu máximo em homenagens. E se vocês conhecessem, também achariam que ela merece um post! Volto à minha programação normal na semana que vem, ok??

3 de janeiro de 2010

Querido Ano Novo

Postado por Ci na domingo, janeiro 03, 2010 3 comentários
Todos os anos faço milhões de promessas a você que infelizmente, tendem a cair pelo buraco. Todos os anos, acredito que quando você chegar, minha vida vai mudar completamente. Que, no geral, serei mais comunicativa, mais simpática, me importarei menos e me cobrarei menos. Que ficarei mais rica, com um amor gigante e mais pitadas de muita saúde, paz, sorte e etc (definindo tudo pela cor da calcinha).

Neste ano, não fiz promessas. Decidi que você será como quiser ser, pois quanto mais tento te domar, mais você me mostra que apesar do total controle que tenho sobre minha vida, ela mudará conforme você quiser. Então, neste ano, não houve promessas.

Gostaria de agradecer pela "virada" maravilhosa que tive. Foi o primeiro ano que passei ao lado de 3 pessoas muito importantes. Primeiro, a minha mãe, não passava um ano novo com ela há anos. Depois, o namorado, foi uma confusão para definir quem ia passar onde que estou muito feliz que tudo tenha dado certo. Terceiro, minha melhor amiga. Depois de 9 anos de amizade, passamos por você juntas pela primeira vez.

Gostaria de agradecer também pelos fogos. Eu amo fogos, de todas as cores, barulhos e distâncias. Depois de quase cair na balela de que não haveria fogos na Praia Grande, nunca assisti fogos de tão perto. Parecia que as estrelinhas estavam caindo sobre mim. Foi fantástico. Juro que quase peguei umas delas para guardar e olhar durante este ano.

Agradeço e peço para que minha família continue uma bagunça assim, Seu Ano Novo. Desculpe nossas falhas, é que a gente é complicado mesmo. Ainda assim, amo cada um do jeitinho que é e gostaria de pedir, por favor, que o Sr. só nos traga boas surpresas.

Meu você que já está no dia 03 de Janeiro, até então tem sido muito bom. Não pegamos trânsito na volta e amanhã começa tudo de novo. Fiz uma (tá, eu tinha dito que não tinha feito nenhuma, mas foi uma pequenininha) única resoluçãozinha para este ano: não falar mal das pessoas. Prometo tentar cumprir com todas as forças.

Obrigada pela ótima passagem, me perdoe escolher o roxo para ela, não sei o que significa, mas pra mim significou economia de dinheiro, já que eu ganhei de Natal da Tia Eidy. Obrigada pelo último, obrigada pelo novo. Aguardo as boas surpresas e espero a sua ajuda pro próximo para que eu supere bem as surpresas ruins.

Até a próxima.

Com carinho,

Cindy

30 de dezembro de 2009

Sobre expectativas, desejos, rituais, promessas e afins

Postado por Tata na quarta-feira, dezembro 30, 2009 3 comentários
Todo fim de ano é a mesma coisa, aparecem mil rituais de boa sorte, de comer uva e guardar a semente, de jogar flores pra Iemanjá, de usar calcinha nova, de escolher a cor da camiseta. Desses dois últimos eu não abro mão: todo ano novo tem a calcinha vermelha nova, pra garantir a paixão, e eu vou variando a cor da camiseta, que esse ano é amarela, porque amor eu já tenho, agora me falta o dinheiro.

E todo ano novo, traz promessas novas: tem gente que quer parar de fumar, quer emagrecer, quer voltar a estudar ou mudar de emprego. Nesse ano, a minha promessa é não fazer promessas. Acontece que eu quero tanta coisa, mas que dependem de acontecimentos que estão totalmente fora do meu controle, que eu resolvi relaxar e esperar. Quando chegar a hora, eu decido.

Quando eu penso nas coisas que eu quero pro ano que vem, bem, elas são muitas, mas se a vida continuar tomando esse rumo de agora, já está muito bom. Então, sem reflexões muito profundas, o que eu espero de 2010 é que o Brasil ganhe a Copa (e que eu ganhe muitas daquelas tabelinhas bonitas que a gente preeenche na Copa), que o Adriano esteja na seleção, pros jogos terem mais graça, que o Fê consiga fazer o TCC dele sem grande estresse (e que ele termine logo a faculdade, que tenha uma super festa de formatura e que nós tenhamos nossas noites livres finalmente), que o PSDB finalmente saia do poder em São Paulo e que o Serra não seja presidente (não porque eu tenha outro candidato em mente, só porque eu não gosto do Serra mesmo), que eu compre o meu Nintendo Wii e faça minha nova tatuagem.

E a profundidade, eu deixo pro Drummond:

Receita de Ano Novo

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor de arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação como todo o tempo já vivido
(mal vivido ou talvez sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser, novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?).
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar de arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto da esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um ano-novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo de novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.

(Carlos Drummond de Andrade)

28 de dezembro de 2009

Guia prático para um ano novo

Postado por Amanda Mirasierras na segunda-feira, dezembro 28, 2009 4 comentários
Eu adoro ano novo. Não ligo para grandes festas e nem faço questão de ver queima de fogos, mas é incrível a sensação de dever cumprido que eu sinto. Como se eu tivesse fechado um ciclo e estivesse inteiramente renovada para recomeçar com mais vontade.

Não sou dada a promessas e mandingas de ano novo. Não pulo ondas, não como uvas, não faço listas, mas sempre repasso tudo o que aconteceu e penso em como poderia ter sido melhor - ou, em certos casos, menos pior.

Para aqueles que gostam de promessas de ano novo, ou para os que simplesmente fazem um balanço final, me atrevo a sugerir alguns exercícios durante o ano que vai começar. Eis aqui o que desejo para vocês em 2010:

1. Fique perto de quem você ama
Esteja cercado de amor, seja da sua família ou dos seus amigos. Divida tudo com quem você gosta. Não guarde pessoas especiais para aniversários ou baladas; faça parte da vida delas e permita que elas façam parte da sua sempre.

2. Não se esconda atrás das suas imperfeições
Todos temos defeitos e é muito válido conhecer cada um deles. Mas não cometa o erro de se basear neles para justificar suas atitudes. Não queira ser compreendido porque sua natureza á briguenta, teimosa ou mal humorada. Ao invés disso, tente contornar as situações e encará-las de uma maneira diferente e menos carrancuda.

3. Assuma suas responsabilidades
A vida é cheia de novidades, e muitas vezes elas fogem do controle. Nós não controlamos o mundo, mas controlamos nossa postura. Então, entenda que você leva exatamente a vida que quer levar. E se não leva, aprenda que mudar só depende de você.

4. Tenha coragem
Continuando o pensamento acima, não enxergue sua vida de maneira permanente. Permita-se mudar, recomeçar, arriscar, se dar mal e tentar outra vez. Acho que ter coragem é a única maneira de olhar para a própria vida e ter a certeza de que estamos fazendo tudo o que é possível.

5. Acredite
Não é preciso crer em algo extraordinário ou seguir uma religião. Mas acredite em você, no mundo, na sua vida, nas pessoas, na bondade. Acredite do fundo do coração que tudo pode melhorar, que as dores são passageiras e que você vai ser muito feliz. Apegue-se a essa crença com toda a força.

E é isso, queridos amigos. Espero que o ano que vem seja sempre melhor do que esse. Que vocês sejam felizes, amem, riam, aprendam e nunca desistam. Nos vemos em 2010!

25 de dezembro de 2009

Então, é Natal!

Postado por Ci na sexta-feira, dezembro 25, 2009 3 comentários
Tenho apenas uma lembrança clara do Papai Noel na minha infância. Uma vez, enquanto meus pais colocavam o presente na porta da casa da minha avó, meu primo corria comigo pra laje e apontava pro céu. Eu ficava meio na dúvida, porque ele falava "olha lá, olha lá" e eu não via, bem, nada, mas ainda sim acreditava. E é óbvio que eu estava errada. O presente estava lá, o Papai Noel havia sim, passado por ali.

Acho triste quem diz que Papai Noel não existe. Eu acredito em Papai Noel. Que se pode fazer se eles insistem em se disfarçar de gente normal. Mas que eles existem, existem.

Já tem um tempo (acho que sempre) que eu acredito na magia. A mágica é outra história. Talvez não possamos acreditar no bom velhinho que faz os presentes em uma máquina enorme e voa por aí em um trenó, seria mágico mas irreal. Mas podemos acreditar na magia que envolve uma criança escrever uma cartinha e um pai, um papai noel, que dá o seu presente feliz na noite de natal.

E eu acredito e sempre acreitarei. A magia do Papai Noel é real.

Apesar de nunca ter visto o bom velhinho e de nem sempre na vida ter tido Natais maravilhosos, eu amo Natal. A magia não está apenas no Seu Noel, mas está em cada cantinho, em cada lembrancinha, em cada Feliz Natal. É toda uma preparação, tem as comidas, o cheiro de Natal que invade a casa neste momento (porque hoje é dia 24, programarei para entrar o post à meia-noite), os presentes que eu acabei de embrulhar

Escolhi cada um a dedo e com o coração. Não comprei nenhum para fazer social e embrulhei cada um com o maior carinho e amor do mundo! Usei minhas embalagens de pobre com fitilho e papel celofane transparente. Usei papel de dobradura (porque eu nunca sei o nome) verde e vermelho e acabo de colocá-los na árvore. Daqui a pouco vem o banho de Natal, a roupa escolhida especialmente para a ocasião e os parentes chegando.

A gente fica cheio. É um sentimento tão grande que a gente se abraça, se deseja, as bons votos parecem que saem da pele e fica aquele clima agradável, sorridente, embalado pelo cheiro do Peru e pelas renas saltitantes que decoram o salão. A decoração por sinal, começou cedo. Tem as renas, o papai noel no seu trenó, o presépio (aguardando Jesus que é colocado pela criança mais nova à meia-noite), a mesa de comidas toda decorada, a neve artificial que está em todos os locais... até na escadinha do quadro. As velas nos cantos, muitas luzinhas e pisca-piscas. E os presentes. Muitos presente.

No meio de tudo isso, está a magia. Em cada embrulho, em cada aroma, em cada pisca-pisca. Essa boa energia nos renova e nos prepara. Nos liberta. É o booom de coisa boa, para ficarmos livres para as promessas do próximo ano. Pelo menos uma vez, passa a raiva, o rancor, passa por um bem maior. E aí vem o ano novo e entramos recarregados no ano seguinte.

Não sei se todas as pessoas têm Natais tão felizes como são os meus. Mas neste Natal, desejo a vocês que tenham, cada um do seu modo, os Natais mais felizes do mundo.

"Então bom Natal e Ano Novo também, que seja feliz que souber o que é o bem."

23 de dezembro de 2009

Os Fantasmas de Natal

Postado por Tata na quarta-feira, dezembro 23, 2009 3 comentários
Sabe, eu não consigo decidir o que eu gosto mais no natal: se são os presentes, os cartões, os papéis coloridos, as musiquinhas, a neve, as árvores enfeitadas, as luzinhas, as comidas ou o clima de paz que paira no ar. Pensando nos meus natais, eu consigo dividi-los perfeitamente em três fases.

O Fantasma do Natal Passado: os meus Natais de pequena eram muito mais mágicos, mas talvez seja impressão, porque eu era pequena e fantasiava mais em cima deles. Todo ano eu assistia o Especial de Natal da Xuxa (que costumava ser dia 24), mas antes eu colocava um sapato perto da janela (eu sei, devia ser uma meia!) pro Papai Noel deixar o meu presente, e depois da meia noite saía correndo pra ver se o presente já estava lá. E sempre tocava a música da Simone. Nessa época, teve o Natal triste, quando minha prima me contou que Papai Noel não existe (não?), mas teve o Natal super divertido com um mega amigo secreto da família toda (e que eu tirei minha avó) e foi quando eu ganhei a árvore grande que eu tanto queria!

O Fantasma do Natal Presente: coincidentemente, depois de me dar a árvore, os meus pais desencanaram de fazer festona de Natal. Talvez porque eu já me divertisse o suficiente montando a árvore, embrulhando presentes de mentirinha pra colocar embaixo dela, fazendo neve de algodão, enfeitando o resto da casa, etc. Então, os meus Natais passaram a ser nômades, cada ano em um lugar. Teve um chato na casa das minha tias crentes que não comemoram natal (e que a gente só descobriu na hora), teve um no interior que só tem o almoço do dia 25 (quando eles matam um porcão) e a gente passou a noite numa praça e me frustrou, teve em casa só com os meus pais, e teve os mega Natais na casa da Cindy, super decorados e com muitos presentes (e foi onde eu aprendi a comer cereja de verdade!). Esse ano, o Natal vai ser diferente de novo, com a família do namorado, e ele fez boa propaganda. Acho que meus próximos Natais serão sempre lá, até que chegue...

O Fantasma do Natal Futuro: porque um dia, eu vou ter minha casa, e ela vai ser muito decorada, e vai ter luzinhas e musiquinhas ligadas em todas as noites de dezembro (inclusive a música da Simone), e eu vou dar uma festona na noite de Natal, cheia de crianças e de presentes. E o Fê vai ter que se vestir de Papai Noel enquanto os nossos filhos acreditarem nele. E vai ter uma meinha pendurada com o nome de cada um. E muitos Papais Noéis de chocolate, que serão proibidos só de mentirinha, pras crianças ficarem com mais vontade de pegar. E os presentes, os cartões, os papéis coloridos, as musiquinhas, a neve, as árvores enfeitadas, as luzinhas, as comidas e o clima de paz que paira no ar...

21 de dezembro de 2009

Um dia que tem que ser especial

Postado por Amanda Mirasierras na segunda-feira, dezembro 21, 2009 5 comentários
Sabe aquela euforia saltitante que ocorre uns dias antes do Natal? Aquela alegria que dá quando se ouvem as músicas natalinas enquanto se está com os amigos tomando sorvete? A felicidade que se sente enquanto se monta a árvore e se coloca a guirlanda na porta? Aquilo que chamam de espírito natalino? Pois é, eu não sei mais.

Não que eu deteste o Natal ou algo do tipo. Eu apenas não sinto nada especial. Preferia sim que não houvesse tantas comemorações; preferia não gastar tanto dinheiro em presentes, pedir pizza ao invés de comer peru/pernil/chester e ficar na minha casa assistindo algum filme. Mas encaro as comemorações sem grandes traumas.

O Natal me deixa numa anestesia meio triste. Acho triste, afinal. Não sei o porquê. Deve ser porque é tudo tão colorido, bonito e feliz, parece que é uma obrigação ficar feliz também. Parece uma época de tapar o sol com a peneira, sei lá. Não acho muito alegre, na verdade.

O bom do Natal é que muita coisa é perdoável. Você abraça pessoas que não estiveram com você quando foi necessário e as desculpa pela ausência. Você enterra as diferenças através de papéis coloridos e sorri com sinceridade. Você se atrasa, sai mais cedo do trabalho, não tem hora para nada e está tudo certo. Porque é Natal e o mundo fica feliz.

Depois você lava a louça, recolhe os papéis rasgados, distribui as rabanadas e volta para casa de barriga cheia e coração leve. Tudo volta ao normal e a vida ressurge em sua realidade mais sem graça. Ficam as lembranças: dos filmes natalinos, dos amigos-secretos de colégio, quando se ganhava a agenda-diário do ano seguinte, da boneca esperada por tantos meses, do cheiro de assado invadindo a casa.

Enfim, é Natal. Então, feliz Natal para vocês!

It's coming on Christmas,
And they're cutting down trees
Putting up reindeer
And singing songs of joy and peace,
Oh, I wish I had a river I could skate away on

River - Joni Mitchel

30 de outubro de 2009

Amar é...

Postado por Ci na sexta-feira, outubro 30, 2009 4 comentários
... assumir que embora eu fale inglês, preciso fazer um curso de
inglês técnico de videogame para ajudá-lo nos jogos.

... torcer para que nossos pitchucos tenham o queixinho dele.

... dançar "Como é que eu vou embora" do Kid Abelha em lugares públicos.

... dar um sorriso todas as vezes que vou digitar "eu" e o T9 do meu celular escreve "du".

... usar a camisa feminina do Milan, presente que eu ganhei feliz já que ele é o viciado em camisas de futebol.

... acreditar que ele estava olhando para os carros e não para a menina bonita em Transformers.

... se concientizar que nossa casa e nosso salário deverão ter espaço reservado para nossos DVDs.

... achar que ele ficou uma gracinha careca, mas fazê-lo jurar que isso nunca mais vai acontecer de novo.

... achar a cama, os lençóis e o edredom dele muito mais gostosos que os meus.

... descobrir em alguém a sua melhor companhia e que juntos, são o suficiente.

28 de outubro de 2009

Amar é...

Postado por Tata na quarta-feira, outubro 28, 2009 7 comentários
... receber todo dia um spam do ShopTimão só porque você teve a brilhante idéia de comprar um presente lá uma vez.

... poder passar horas discutindo a obra de Tolkien sem que te achem estranha.

... aposentar os seus moletons porque aquele que você roubou dele é bem mais confortável.

... assistir de novo todas as temporadas de Friends junto com ele.

... descobrir que existe alguém no mundo que tem o mesmo gosto diferente pra filmes (legendados) que você.

... passar a semana inteira planejando o fim de semana.

... lembrar toda vez que o Minikibe preferido dele é o de Coalhada Seca porque ele não consegue decorar.

... ter que ouvir idéias de nomes como “João Joaquim” e “Gabriel Oswaldo” para seus filhos.

... explicar toda semana a piada do “Mas não tem biscoito”.

... conversar mais de três vezes por dia e não ser o suficiente.

... desfrutar cada bom momento do presente e imaginar um futuro de sorrisos.

26 de outubro de 2009

Amar é...

Postado por Amanda Mirasierras na segunda-feira, outubro 26, 2009 4 comentários
*Semana Especial "Amar é..."

... conviver com a possibilidade de tocar a Marcha Imperial no seu casamento.

... esperar 5 dias e mais 3 horas para compartilhar 4 horas e mais 2 dias.

... observar a "crash position" num sábado à noite. Em público.

... começar a assistir The Office para ter assunto com os amigos dele.

... ficar feliz porque existe outra pessoa no mundo que responde "definitivamente" ao invés de "sim".

... nunca mais comprar um livro sem antes garantir que ele ainda não possui.

... gastar mais em SMS do que em qualquer outra coisa.

... responder mil vezes que não, o bebê não nascerá azul se você tomar anilina durante a gravidez.

... reaprender a escrever e a receber cartas.

... descobrir que há alguém que faz você feliz de uma maneira que você não acreditava mais ser possível.



27 de agosto de 2009

Sobre a 'menstruation'

Postado por Convidados na quinta-feira, agosto 27, 2009 6 comentários
Bem, esse assunto é fatalmente presente na vida das mulheres e também dos homens, afinal, a gente sofre pra burro, mas na real, nem a gente se agüenta, e os homens então? Porém, não estou aqui hoje para falar sobre mulheres X homens, mas sim mulheres X ... mulheres. E tem cada uma.

Pra começar, eu queria dizer que já ter TPM, ficar menstruada, chata e com cólica não é nada fácil. Pior lá na escola em que trabalho, tendo que fingir que eu não estava tão ácida e tentando agüentar as contrações psicodélicas para não assustar as crianças, num momento de desespero tive que correr pro banheiro e entrar no primeiro que pude. Porém, lá estava algo que realmente me tira do sério, e acaba com meu dia (e com certeza deixaria mal qualquer pessoa). Lá estava no lixo. O que? Ah claro, papel, vermelho. Mas... será que a imbecil da mulher (ou mesmo adolescente, eu sei lá?) não tem o mínimo de senso de dobrar, embrulhar, ou sei lá, a droga do papel que ela usou? Poxa, nem eu (nem ninguém!!) é obrigada a ver coisas íntimas de outra pessoa, ainda mais na situação hormonal exposta. Isso me deixou furiosa, porque primeiro eu pensei: “porra, estamos em uma escola e será possível que a mesma professora que educa não é capaz de educar a si mesma?”. Ou então, alguma aluna da escola mesmo: “porra, será que ninguém mais ensina a estas garotas que não se deve ter nojo de si mesmas?", já que algo totalmente natural. Daí eu me lembrei de outra história.

Uma amiga minha me contou que uma fulana conhecida lá da praia até os 18 anos não trocava o próprio absorvente. Quem trocava era a própria mãe dela. Manja? Como se fosse uma fralda. AFE, se liga né, meu bem? E além de tudo eu me lembro bem, ela gostava de se mostrar e ficava se achando pacas com um namorado babaca, e a guria nem sabia se limpar! Bem, eu fiquei imaginando ela ligando pra mãe e o namorado do lado dela. “Mãeee, to aqui com o fulano, vem me limpar?” Puff, é cada uma. E o pior é que a história é verídica, e a garota só aprendeu a se limpar quando a mãe não foi pra praia com ela. Brochante, não? Mas é a verdade. Está aí uma grande geração de meninas que estão mais taradas que os meninos e não conhecem o próprio corpo, e além de tudo tem nojo dele. Como pode?

Uma vez na minha aula de pedagogia estávamos discutindo sobre a mulher, suas lutas diárias e etc, a professora disse que existe uma certa tribo indígena que, quando as mulheres ficam menstruadas, são deixadas em ocas “especiais”, onde elas somente descansam e seu sangue é compartilhado com a terra, a própria natureza, onde entra em comunhão. Elas têm todos os cuidados especiais das outras mulheres das tribos, e quando termina o ciclo, quando for a vez das próximas, essas que descansaram cuidam das que por sua vez estão nas condições da menstruação. Maravilhoso, não? Imagine só a gente poder descansar neste período? Mas não, estamos na época de “mulheres-maravilha” onde a gente trabalha, estuda, tem que ficar gata, gostosa e boazinha com namorado e afins, cuida de irmão, de filho, de marido, de cachorro, tem que estar depilada, com as unahs feitas, com a última bota da estação, dá conta de uma porção de problemas, aguenta os problemas e queixas dos outros, e a gente não pode nem explodir, mesmo fora de época, senão já nos apontam o dedo e dizem: é Tensão-Para-Matar! Além de tudo não há mais espaço para se sentir triste, cansada, acabada, carente, melancólica etc etc etc... afinal, a culpa foi nossa, não é? Quem mandou queimar os sutiãs? Sim, somos mulheres, sofremos, sangramos, mas ainda assim estamos por cima. Porém, devemos ter nosso espaço para sermos educadas e para merecer o devido respeito das pessoas, especialmente de nós mesmas. À luta, sempre!

Agradeço a oportunidade de poder expressar um pouco de minhas idéias com garotas tão especiais que com certeza entendem essas situações! E tantas outras! PEACE AND LOVE. Beijos!

Camila Pontes é pedagoga e pretende ensinar sobre o corpo, o mundo e o respeito (and peace and love) aos seus pequenos aluninhos.

13 de agosto de 2009

Eu tenho medo do mesmo

Postado por Convidados na quinta-feira, agosto 13, 2009 5 comentários
Nossaaaa, estou emocionadíssima pelo convite. Abri minha caixa de email e estava assim: - Olá Sheila. Esta semana você é nossa convidada especial!

Adoro ser convidada, ainda mais “convidada especial”, que lindo!

Vamos lá!

Quando se trata de escrever, vem um monte de coisa na minha cabeça e quero escrever tudo, sobre todas as coisas, mas aproveitando o espaço e a oportunidade, decidi abrir meu coração.

Há certo tempo algo vem me incomodando muito. Sempre soube que eu não gostava, mas neste último mês ele tem me perseguido e eu tenho ficado desesperada.
Fico pensando se isto é coisa de mulher, ou se os homens também sentem o que eu sinto. Durante o dia trabalho só com homens, vejo que eles são tão bem resolvidos. Acho que queria ser homem, às vezes.

Já na escola, à noite, trabalho com várias mulheres, e percebo que muitas são iguaizinhas a mim, tem os mesmos sintomas e morrem de medo. Gente! Eu tenho medo do mesmo.

Lembro-me que na época de cursinho, um professor falava a respeito do uso das palavras mesmo/mesma. A polêmica foi erguida em função das plaquinhas de porta de elevador, com aquela genial frase “antes de entrar no elevador, certifique-se que o mesmo encontra-se parado neste andar” – ou coisa do tipo.

Até comunidades no Orkut surgiram, do tipo “ Eu tenho medo do mesmo”. E tenho que confessar: - Eu também tenho!

No mundo das LETRAS, o “mesmo” virou salvação no vocabulário. Para que utilizar a “mesma” palavra se “o mesmo” substitui qualquer coisa?

Nãooooooo, na minha vida não! Não quero que o mesmo substitua qualquer coisa, e nem que seja motivo de salvação para quando não se sabe o que fazer.

Eu tenho certa alergia quando as coisas começam a entrar na rotina. Dá dor de barriga, a espinha começa a congelar e eu fico o tempo todo resmungando e tentando encontrar uma solução, algo novo pra fazer. Seja lá o que for, um curso novo, um serviço social novo, uma música nova para ouvir, uma comida nova, um creme novo pra comprar, um nova fragrância de perfume, um novo filme, uma paixão nova...aliás, nada como uma nova paixão! Seja ela materialmente falando, ou carnalmente...

Um exemplo básico do “mesmo” é quando um relacionamento a dois começa a entrar na “mesmice”. Tem coisa mais chata que isto? Você já não sabe que filme assistir, o que fazer para agradar, pensar em uma comida diferente para comer no final de semana, aonde ir sem ser o “mesmo” lugar, sem precisar fazer e falar as “mesmas” coisas...

No começo todo relacionamento é assim: taquicardia, pelo dos braços arrepiados, frio na espinha mesmo que os termômetros marquem 42 graus, e aquela coisa por dentro que, apesar de não ter uma definição concreta, todo mundo sabe do que eu to falando. Mas depois que acaba a lua de mel, parece que a paixão vai embora sem nem dizer tchau e dá lugar ao amor sereno, tranqüilo, companheiro – que é bom e a gente gosta - mas não ocupa o lugar deixado por uma paixão.

Dizem que para tudo na vida tem um jeito, e é este jeito que fico procurando às vezes, algo para ocupar o espaço que alguma coisa realmente apaixonante deixou vazio. Ahhh, o bem estar que a paixão proporciona é incomparável.

O mesmo é muito chato, eu não gosto, eu preciso estar constantemente apaixonada por alguma coisa, por alguém, por um sonho, por uma conquista, por um trabalho. Quando tudo começa a ficar morno, sem emoção, eu fico com medo.

Não sei sinceramente se eu sou normal, há quem diga que não, mas não sei viver de outra forma, preciso sempre estar envolvida em algo apaixonante.
Humm... e escrever no blog de vocês esta semana fez o meu “mesmo” não ser tãooo o mesmo.

Obrigadinha!!!

Sheila Souza, professora formada em Letras, veio prazerosamente repartir suas paixões (nem sempre as mesmas) conosco essa semana.

30 de julho de 2009

Escritoras brasileiras do passado e desconhecidas

Postado por Convidados na quinta-feira, julho 30, 2009 7 comentários
Toda a história das mulheres foi escrita pelos homens.
(Simone de Beauvoir – O segundo sexo)



Amandinha Mirasierras, que nome poético, não? Very thankx pelo convite para participar deste blog batizado com nome tão passional. Será que nós, mulheres, somos mesmo assim, umas desvairadas, que gastam uma nota na maquiagem pra borrar depois tudo com choro? É caso de se pensar.

Bem, de uma coisa eu sei-o... nós sempre soubemos colocar a mão na massa, mesmo em condições adversas. E nada de pensamentos poluídos quando utilizo o substantivo “massa”, meninas. O que quero afirmar é que já tivemos belos exemplos femininos no passado, ainda que estes não tenham chegado até nós, ou ainda que não sejam muito divulgados.

Permitam-me que eu me apresente: carioca, escritora, poeta e professora universitária. Foi na vida acadêmica, ainda na Graduação da Faculdade de Letras, que concluí na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, quando estava no terceiro período, que comecei a pesquisar o assunto que aqui trago à tona, em um pedacinho: escritoras brasileiras do passado e desconhecidas. Esta pesquisa entrou pelo Mestrado, culminando na dissertação sobre Patrícia Galvão, a nossa Pagu. No Doutorado deixei o assunto mulherio meio de lado e caí de boca na Mama África, mas enquanto professora da Faculdade de Letras, responsável pela disciplina Literatura Contemporânea, continuei a divulgar estas pesquisas que me empolgaram desde sempre.

A produção feminina no século XIX
Como precisarei ser concisa, vou pontuar alguns nomes e trajetórias que a crítica literária tem deixado, até hoje, de lado, mesmo nos conteúdos estudados nas Faculdades de Letras, área em que trabalho: a primeira mulher a escrever um livro no Brasil foi a paulista Teresa Margarida da Silva e Orta, com Aventuras de Diófanes, em 1752. E pensar que somente em 1930, quase cem anos depois, haveria o voto feminino nas eleições!

A carioca Nísia Floresta, em 1847, nos trouxe o seu Fany ou o modelo das donzelas. Vale a pena observar que os contextos em que as duas obras foram publicadas são diferentes, pois que enquanto o livro de Teresa evoca as virtudes das “boas meninas”, o de Nísia, uma mulher ousada pra época, que se separou e casou com um homem bem mais jovem (uma espécie de priminha da Chiquinha Gonzaga), apontava os rumos de uma produção atrelada à participação ativa das mulheres brasileiras, que tentavam obter os mesmos direitos já alcançados pelas inglesas. Em 1885, a baiana Ana Ribeiro lança um romance sobre a escravidão, em pleno romantismo. O título? O anjo do perdão, mas permanece desconhecido, atribuindo-se ao tema escravidão, daquela época, somente ter sido abordado em termos literários, na poesia, por Castro Alves.

Em 1887, a também carioca Júlia Lopes de Almeida estreou nas letras com seu romance Traços e iluminuras, e teria sido a primeira mulher a entrar para a Academia Brasileira de Letras, se na hora H seu nome fosse preterido ao de seu marido, que nem obra literária expressiva tinha... Dez anos depois, em 1897, Carmen Dolores publica um livro de contos, Gradações. Júlia e Carmen são as únicas que costumam aparecer em algumas antologias, ao lado das consagradas Cecília Meireles, Rachel de Queiroz e Clarice Lispector – para citar autoras da primeira metade do século, embora a primeira autora, Teresa Margarida, tenha surgido no século XVIII e isso não seja divulgado.

Consegui ler quase todas essas obras e uma das que muito me impressionou foi Lésbia, de 1890, da gaúcha Maria Benedita de Bormann, no qual ela evidencia muitos dos preconceitos sofridos pelas mulheres da época. Apesar do radical da palavra remeter ao termo lesbianismo, não se trata de tematizar o homossexualismo feminino e sim ter como motivo a ilha grega de Lesbos, na qual vivia a poeta Safo, cujo nome derivou em safada(o). É mesmo difícil ser independente e do sexo frágil...

Interessante também é Mameluco, da baiana Amélia Rodrigues, publicado em 1888, em pleno ano da abolição da escravatura no Brasil, visto que aborda a temática étnica de valorização da miscigenação, assunto considerado perigoso para o modelo eurocêntrico que moldava as mentes tropicais.

E um pouco da produzida no século XX
Em 1902, a cearense Francisca Clotilde abre o século com o ousado A divorciada. Basta saber que o divórcio só foi legalizado no Brasil em 1977! Parece que a mulherada ficou animada com o advento da República, quem sabe? A carioca Albertina Bertha lança o primeiro romance erótico que se tem notícia escrito por uma mulher brasileira, Violeta, em 1926. Na mesma esteira, veio a paulista Ercília Nogueira Cobra, com o contundente Virgindade inútil, novela de uma revoltada, que saiu em 1927.

Essas obras são significativas de um novo momento, em que aspectos morais e sexuais são trazidos para a discussão, numa sociedade que, embora republicana, ainda conservava as marcas patriarcais.

Como o espaço é pequeno, deixo uma sugestão de leitura para quem quiser pesquisar mais sobre o assunto. O maravilhoso, Dicionário crítico de escritoras brasileiras de Nelly Novaes Coelho, da editora Escrituras, publicado em 2002, em cujas quase 800 páginas, vocês encontraram essas e outras escritoras, que mesmo depois de tanto esforço, continuam no ostracismo.

Norma Lima, Doutora em Literatura Comparada pela Universidade Federal Fluminense devidamente apresentada, nos brinda hoje com seus conhecimentos acadêmicos femininos e traz um pouco de cultura às nossas vidinhas vulgares

16 de julho de 2009

15 anos

Postado por Convidados na quinta-feira, julho 16, 2009 6 comentários
Os meninos, ao chegarem aos 15 anos, não tem nem um terço das coisas que uma menina tem. Pois é, para as meninas, ao alcançar esta certa idade, é como viver um conto de fadas (digo porque no momento estou passando por isso*).

Aii, é tudo tão legal! Escolher os vestidos, escolher os casais, escolher as músicas, escolher lembrancinhas, ver os convites, aii tão empolgante. *-*

A única coisa que não tenho ainda é um ''príncipe'', mas eu creio que irei achar um. rsrs =]

Aah... O primeiro vestido já está reservado e semana passada experimentei o segundo. Ficou lindo *--*! Todos estão curiosos, pois o segundo é ''segredo'' =P.

Convites quase prontos, lembrancinhas prontas, vestidos escolhidos, tudo correndo bem, e a ansiedade aumentando!!

O que está meio chato é que nem todos que eu queria convidar vou poder, mas isso faz parte... Minha mãe fala que ''é consequência de uma grande família''... E realmente é...! MAS espero que os ''não-convidados'' entendam. =]

Aah, deve ter muito mais coisas a falar de um aniversário de 15 anos, mas como sou meio novata em um 'post', só comentei sobre minha festa. *-*

APROVEITANDO *-*
Meninas, adorei o blog novo, e adorei ser a convidada de quinta-feira. =]
Beijoos.. Juliee: =D

Julie Costa Silva, quase 15 anos, está esperando a chegada do princípe. E deixando nossos corações apertadinhos de saudades dessa época.
 

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