23 de setembro de 2009

O que você vai ser quando você crescer?

Postado por Tata na quarta-feira, setembro 23, 2009 4 comentários
A maioria de nós tinha a resposta na ponta da língua: médica, advogada, atriz, modelo, professora. Professora! Essa sempre foi a minha resposta desde pequenininha. Depois, lá pelos 11 ou 12, eu decidi que queria ser professora de português e não teve ninguém que me dissuadisse da idéia de fazer Letras.

Mas ao mesmo tempo em que eu realizava esse sonho, já estava trabalhando e desde então nunca parei e, consequentemente, nunca tive a oportunidade de trabalhar na minha área de formação. Até agora. Finalmente eu tive coragem de dar um basta em tudo que estava me incomodando e recomeçar.

E aqui começa um grande dilema: finalmente começar a dar aulas ou voltar a trabalhar em escritório? 8 horas trancada com uma roupa desconfortável não parece muito atrativo, mas 30 pentelhos te desafiando e cheiro de giz também não. Sei que todas as profissões tem prós e contras, mas no fundo, eu não sei mesmo o que eu quero fazer. Sei sim, eu quero ser rica e viajar o mundo inteiro, mas isto não é uma opção.

Eu queria trabalhar com eventos (com felicidade, como diz a Cindy): planejar casamentos que eu nunca conseguiria pagar, ter um buffet e ouvir riso de crianças o tempo todo ao invés de chefe chato pedindo coisas chatas. Mas aí falta a experiência. Eu queria ser dona de uma balada que iria ter caipirinha de tequila (chamada "dormindo com o amigo") e só iria tocar música boa (pro meu gosto). Mas aí falta o dinheiro, e se dinheiro não fosse problema, eu estaria viajando o mundo agora. Eu queria ser madame e dividir meu tempo entre levar as crianças pra escola e fazer a unha. Sério, por que eu não nasci rica ao invés de linda mesmo?

Mas no fundo, acho que não é uma questão de escolha e sim do que vai acontecendo na sua vida, das oportunidades. Eu já decidi: entre dar aulas e trabalhar em escritório, eu vou fazer o que aparecer primeiro. E que seja o melhor, de alguma forma.

21 de setembro de 2009

Urgente: mulher precisa de ajuda!

Postado por Amanda Mirasierras na segunda-feira, setembro 21, 2009 7 comentários
Sexta-feira fui ao dermatologista para tentar descobrir o que afinal acontece com o meu rosto. Há anos a pele fica avermelhada, ressecada e descamando, e nada além da boa e velha desonida faz com que o aspecto melhore. Só que ninguém quer passar a vida usando pomada no rosto, não é? E finalmente tomei uma atitude de mulher: procurei um médico.

O dermatologista escutou as minhas queixas, olhou meu rosto bem de perto, com uma expressão muito séria e disse: "quando chegar em casa, você vai imediatamente tirar esse esmalte. Tenho uma séria suspeita de que você tem alergia a esmaltes". Eu quase caí da cadeira, é claro. Desde os 15 anos eu faço as unhas todas as semanas, e nunca pensei que aqueles vidrinhos coloridos que eu tanto gosto pudessem ser os responsáveis pelo meu rosto sensível!

Mas a história ficou pior. O doutor acha que a alergia é decorrente de algum componente dos esmaltes... e das tintas de cabelo! Ahhh, Deus! Como eu vou sobreviver sem unhas feitas, sem cabelos pintados e sem progressiva (é, eu já coloquei tudo no balaio)? Claro que fiquei aliviada por provavelmente ter descoberto a causa das minhas alergias sem fim... mas a que custo alto, não?!

Vocês conhecem esmaltes hipoalergênicos? Existem cores bonitas? E os cabelos, pinto com henna vermelha?? O que eu faço, meninas?!

18 de setembro de 2009

Ursinho de pelúcia & Flores & Chocolate

Postado por Ci na sexta-feira, setembro 18, 2009 4 comentários
Não sei quem inventou que presentear a mulherada com ursinho de pelúcia, flores e chocolate era romântico, mas a verdade é que sim, é romântico. Até eu, que não gosto dessas coisas, tenho que confessar que é romântico.

O problema é que nem sempre é romântico...

Acompanha: o chocolate você come e engorda, isso não pode ser romântico. As flores, morrem, se isso não acontecer é contra as leis da natureza, também nada romântico. E os ursinhos de pelúcia? Esses são os piores! Não se come, não morre e fica lá para sempre, acumulhando poeira sobre a sua cama ou ocupando um espaço essencial dentro do seu guarda-roupa!

(Nossa, como essa tal de Cindy é insensível! Que horror!!!)

Não é um horror não! Estou falando a mais pura verdade! Mas eu confessei que é romântico, então agora vou me explicar melhor. Acontece que ganhar todos esses presentinhos é muito romântico e muito fofo, desde que não seja em datas especiais, ou que eles acompanhem outros presentes, exemplo:
Meu aniversário. Eu não quero ganhar flores, quero ganhar uma coisa que eu gosto muito, que eu queria muito. Aquela subdicas que a gente dá quando passeia no shopping ou aquela coisa que você já falou milhões de vezes e o cara ainda não se ligou. Uma temporada em DVD, ou um sapato novo. Não flores. Se vierem acompanhada de flores, legal! Só flores, não legal! Se para fazer um chalme, as flores vierem depois, legal!

Esses dias no serviço a Amanda recebeu de tardezinha uma surpresa do namorado: flores, chocolate e ursinho. Legal! Rômantico! Não era data especial e ele só quis dizer o quanto gostava dela. Mas não me venha com o trio especial de presentes pra substituir minhas dicas quase apelativas no shops.

Homens, tomem nota! Triozinho do título, só em datas não-especiais. Se quiserem acompanhar o presentão em datas especiais, apoiado!

16 de setembro de 2009

The time of his life...

Postado por Tata na quarta-feira, setembro 16, 2009 3 comentários
"Quando penso nele, lembro de estar em seus braços quando éramos jovens, dançando, nos divertindo, fazendo esse filme que pensávamos que ninguém iria ver". (Jennifer Grey)

Eu mal havia completado um aninho quando esse filme foi lançado. Acho que a minha mãe nunca imaginaria que 12 anos depois eu iria quebrar uma fita de tanto repetir a cena final. Muita gente assistiu, naquela época, muitos anos depois, e até hoje. Acho que vai ser sempre assim, eu imagino a minha filha assistindo. Hoje, eu tenho o Dvd, Edição de Colecionador, pra rever quantas vezes eu quiser. Tenho a trilha sonora no meu computador e nunca cansei de escutar 'She's like the wind', 'Hungry eyes', 'Baby, oh baby...', além da música principal. Foram tantas as vezes em que eu pulei junto, em que eu dancei sem apoiar o calcanhar no chão, sempre respeitando o 'seu espaço, meu espaço'. E todas as vezes em que ela pulava eu ficava apreensiva como na primeira, me perguntando se iria dar certo. Eu, como muitas meninas por aí, fui apaixonada pelo Johnny Castle na adolescência (e pela sua barriga com quadradinhos definidos). Desde segunda eu não consigo ler, ver ou escutar algo sobre ele sem me emocionar. Quando penso nele, lembro de finais de tarde com o sol se pondo e de pular no sofá assistindo Dirty Dancing.


14 de setembro de 2009

Como chama mesmo?

Postado por Amanda Mirasierras na segunda-feira, setembro 14, 2009 5 comentários
Eu sempre achei que, se tivesse um bebê, seria menino. Sei que quase todas as mulheres que pensam em ser mães gostariam de uma menina para brincar de boneca, e por isso mesmo eu acredito que nem todas as mulheres desenvolvem uma "vocação" para criar meninos. Não que eu ache que meninos e meninas devam ser criados de formas diferentes - pelo contrário, acho que o mundo só vai começar a ser mais justo quando finalmente o gênero não for fundamental para ser algo na vida. Mas da mesma maneira que as meninas são bonequinhas, os meninos muitas vezes são os moleques que os pais levarão ao estádio de futebol.

Bem, mas nem sempre eu tive essa noção de que meninos e meninas devem ser criados igual e nem sempre tive a sensação de que um dia seria mãe de menino. Quando pequena, eu tinha mais bonecas do que bonecos e muitas vezes elas eram minhas filhas. E, claro, cada uma tinha um nome.

Teve a época da Giovana. Eu achava o nome lindo, e achava que combinava com meninas loiras. Minha boneca mais bonita se chamava Giovana, mesmo quando era minha aluna ao invés de filha. Depois veio a fase da Jéssica (que as Jéssicas me perdoem, mas hoje eu acho esse nome bem feio). Se não me engano, a minha Jéssica era a Magic Baby (procurem no Google, pessoas. Não consegui carregar o link).

Por muito tempo eu gostei do nome Yasmin, assim mesmo com "Y" e "n", mas agora eu só consigo ver como nome de anticoncepcional e acharia uma tremenda ironia colocar esse nome numa criança.

Depois de vieram os possíveis Sofia, Luíza, Lara e Clara. Mais recentemente, Beatriz. E mais alguns nomes que eu gosto mas não chegam a ser opção, como Elisa e Helena. O fundamental é que seja um nome simples e curto, porque nenhum nome muito rocambolesco me atrai. Para ser honesta, eu gosto mesmo de Amanda e colocaria na minha filha se esse já não fosse o meu nome.

Acho que só vou descobrir o nome do meu bebê se um dia ele vier. Acho que só quando ele estiver a caminho eu vou conseguir escolher melhor, e só vou ter certeza quando olhar a carinha pela primeira vez. E se meus instintos falharem, tanto melhor... porque eu não sei escolher nomes para meninos.

E você, já escolheu o nome dos seus rebentos?
 

Lágrimas e Maquiagem Copyright © 2010 Designed by Ipietoon Blogger Template Sponsored by Online Shop Vector by Artshare