23 de abril de 2010

O não-ballet e eu

Postado por Ci na sexta-feira, abril 23, 2010 5 comentários
Quando eu era pequnininha, fui colocada no ballet, como toda boa menina. Para provar como usar o collant rosa era torturante para mim, vejam vocês mesmos:

Não sei se era o collant rosa ou as chuquinhas laterais que me davam dor de cabeça
Acontece que eu era uma menininha mimada, irritante, que não sabia nada da vida, cujas vontades eram todas realizadas. Até que em um belo dia de sol, minha mãe resolveu me tirar das aulas de ballet.

Eu juro que eu não era eu naquela época... Hoje, eu daria tudo para ser uma bailarina que usa as tais sapatilhas de ponta. O pior é que é uma coisa que deve sim ser praticada desde pequenininha. Eu não tenho corpo de bailarina e agora, seria tarde demais. Pelo menos pra mim, eu acho que é.

Quando tinha uns 14 anos, comecei a fazer jazz. E eu gostava muito também. Com o jazz, eu consegui compensar um pouco a frustração por não ter me tornado uma bailarina de ballet. Fiz o jazz por uns anos e depois, com o trabalho e estudos, tudo ficou cansativo demais, até que eu parei de novo.

A vida da gente não volta. Eu não terei mais tardes livres (e se eu tiver, não saberei o que fazer com elas, como a folga de hoje, que eu não fiz absolutamente nada), não pararei de trabalhar e estudos, sempre temos que nos atualizar. Não tem jeito. Essa é a vida agora. E resolvi que não vou deixar de fazer as coisas que gosto por causa de tempo. Tenho é que usar meu tempo para fazer coisas que gosto, pois já passo boa parte dele fazendo coisas que não gosto ou que não são pra mim. E por mim. Então amanhã, recomeço oficialmente minhas aulas de jazz. E daqui a três meses, se tudo der certo, começo as aulas de ballet (porque obrigar a minha filha a fazer ballet por uma frustração minha não será nada legal... *tomara que ela queira*tomara que ela queira*tomara que ela queira*).

Em alguma aula de jazz, em algum lugar entre 15 ou 16 anos

21 de abril de 2010

Instinto materno

Postado por Tata na quarta-feira, abril 21, 2010 6 comentários
Essa semana foi o aniversário de uma coisinha muito fofa: A Suri! Apesar desse nomezinho estranho (que, dizem, significa princesa em hebraico) ela é a coisa mais linda desse mundo - e o sobrenome é Cruise, então a gente dá um desconto. Eu sou apaixonada por essa boneca desde que ela nasceu e tenho a obsessão de ter uma filha com esse alto nível de fofura... e branquinha com o cabelinho chanel castanho liso escorrido! Aproveitei o espaço aqui pra fazer um momento coruja, pois acho que se tem uma coisa que derrete qualquer mulher, é criança!

A Suri já nasceu causando polêmica e tem sido assim durante toda a sua breve vida. Seus pais tentaram escondê-la no início e um monte de revistas começou a noticiar que a pobre menina não existia. Nessa época o Tom Cruise estava com uma péssima fama por causa da cientologia e eu acho que a fofurice da Sui contribuiu muito pra apagar essa imagem. Enfim, aos três meses, eles resolveram mostra-la ao mundo: (Todas as fotos aumentam, é só clicar!)


Ela era só um joelho meio japonês bem cabeludo e eu achei que ela era a mistura prefeita do pai e da mãe (hoje eu acho que ela parece mais a Katie). Nesse tempo seus pais mal sabiam que ela seria a filha de celebridade mais fotografada do mundo. A Suri continuou aparecendo cada vez mais, até no casamento dos pais foi e virou uma bolota bem bonitinha:


Apesar de ariana, ela deve ter um ascendente muito bom, pois sempre foi simpática com as câmeras e acho que isso motivou a alta perseguição em volta dela e o número imenso de fotos que circulam por aí (vocês não imaginam quanto tempo eu perdi escolhendo as fotos pra esse post!). Ela vive arrastando suas bonecas e mamadeiras por aí, enquanto faz compras com a mãe e come guloseimas bem gostosas - ela adora doces! Mas também varia saboreando suas havaianas!




Os fotógrafos a perseguem e as revistas de fofoca adoram tirar proveito da popularidade da menina pra aumentar suas vendas. Sempre discutem sobre a super exposição dela (da qual eles mesmos são responsáveis) e adoram dizer que a garota passa frio, mas a própria mãe declarou que ela só gosta de usar vestidos e ninguém consegue por uma calça nela! Mas é tudo perseguição mesmo, porque além dos vestidinhos fofos, ela também usa casacos e acessórios super estilosos:



E claro que todo esse estilo iria se aflorar cada vez mais, hoje ela está bem crescidinha (inclusive o cabelo), vive fazendo moda, adora uma maquiagem e causou um alvoroço ao aparecer de salto. E que criança nunca quis usar os saltos da mãe? Mas é só pra fazer charminho mesmo e ela acaba tirando eles em 5 minutos e aparecendo por aí descalça.


No fundo, o que as pessoas esquecem, é que ela é só uma criança normal, que faz birra, manha, chora, corre, pula, brinca, mostra a língua, enfia o dedo no nariz e, acima de tudo, se diverte!


Dia 18 Suri fez 4 anos (já!) e eu tenho que confessar que sou quase obcecada por ela! Quase? Ok, sou um pouquinho, mas é que ela é muito fofa! Tem dois blogs muito legais sobre ela, que eu entro todo dia (tá, sou obcecada mesmo): o primeiro é O Fantástico Mundo de Suri, que é nacional e quem escreve é a fofa da Thereza (que também é dona do Fashionismo, que vale muito a entrada) e o segundo é o We get it, Suri onde eles ficam tentando decifrar as cara e bocas dela, é em inglês, mas vale jogar no google tradutor, porque é engraçado demais!

E eu espero que a Suri continue essa menina tão linda, fazendo essas caretas gostosas e que não vire uma it girl bêbada quando crescer. E enquanto eu não resolvo fazer uma Suri, bem que podiam lançar uma boneca dela, estilo essas da Chiquititas e da Maysa, eu compraria na certa!


20 de abril de 2010

Eu testei: Pedra Granada da Risqué

Postado por Amanda Mirasierras na terça-feira, abril 20, 2010 3 comentários
Meu primeiro contato ao vivo com a coleção Jóias Raras da Risqué foi providenciado pelo meu namorado, que me deu de presente o Turmalina, um roxinho rosado lindo que eu pretendo usar na semana que vem. Mas eu estava curiosa mesmo para usar o Pedra Granada, um vermelho fosco que eu precisava ter desde que vi essa coleção nos blogs pela primeira vez.



Depois de ter garimpado a minha nova cor preferida na Ikesaki, no sábado, fiz as unhas no domingo e testei o Pedra Granada.

A cor é linda, linda mesmo, e não se parece com nenhum vermelho que eu já tenha passado. Confesso que não me animei tanto quanto imaginei pelo efeito fosco - tanto que passei aquele brilho roxinho da Colorama por cima, exterminando o mate da moda.

Eu faço as minhas unhas há anos, tenho a maior habilidade em passar qualquer cor de esmalte, mas esse aqui não rolou mesmo. Eu vi em muitos blogs sobre uma excelente cobertura, mas para mim ele é MUITO grosso. Parece um esmalte velho. Senti como se estivesse passando uma massa corrida nas unhas!

A cor é realmente muito bonita, o efeito fosco é verdadeiro e ele seca super rápido. Muito prático também para tirar; não deixa os dedos manchados como os outros vermelhos costumam fazer. Essa última parte foi a mais útil para mim, já que tirei a cor antes mesmo de terminar a segunda mão. Talvez eu tente levar a uma manicure, mas até lá, vou continuar usando meus outros vermelho de estimação. Pedra Granada, apesar de lindo, está reprovado para mim.


Conte-me seu segredo, Julia Petit.

19 de abril de 2010

Guia prático para ruivas

Postado por Amanda Mirasierras na segunda-feira, abril 19, 2010 6 comentários
A maioria das mulheres que decide mudar a cor dos cabelos acaba pendendo para os tons loiros. Eu, ao contrário, sempre tive paixão pelos cabelos vermelhos. E como nem todo mundo tem o gosto igual ao meu, tive bastante dificuldade para encontrar informações que me ajudassem a evitar catástrofes (mesmo assim, algumas aconteceram nos últimos 10 anos).

Embora as minhas parceiras blogueiras sejam adeptas dos fios loiros, resolvi reunir aqui dicas que, acredito, são úteis para quem está pensando em se aventurar a ter cabelos vermelhos. Vamos lá:

1. Respeite a cor natural dos seus cabelos
Isso vale para qualquer pessoa que esteja pensando em tingir os cabelos. Nada impede que alguém de cabelos pretos resolva usar fios loiros claríssimos, mas é claro que isso vai dar muito trabalho. O ideal é clarear de 2 até 3 tons para conseguir um resultado mais natural e que exija um pouco menos de manutenção - se você fugir muito da sua cor, qualquer milímetro de raiz crescida vai gritar na sua cabeça. E vale lembrar que, quanto mais claro for o tom de vermelho que você escolher, mais seu cabelo precisará ser descolorido. Ou seja: depois de um tempo, talvez você ostente aquele famoso visual água de salsicha. Pense bem.

2. Entenda os números das colorações
Minhas aventuras capilares melhoraram muito depois que entendi um pouco de colorimetria. Para começar, esqueça as cores maravilhosas das caixinhas das tintas: na sua cabeça, nunca ficará igual. Escolha as cores sempre pelos números. O primeiro número sempre se refere a cor de base da tinta, conforme a tabelinha aqui:

1- preto
2- castanho escuríssimo
3- castanho escuro
4- castanho
5- castanho claro
6- louro escuro
7- louro médio
8- louro
9- louro claro
10- louro claríssimo


Por exemplo: se você escolher uma tinta que comece com número 7, a base é loiro médio. Então, se seu cabelo é castanho escuro, você vai clarear 4 tons. Ou seja, vai dar trabalho.

As cores que vem depois indicam os reflexos, e são divididas assim:

,1- cinza
,2- irisado (roxo)
,3- dourado
,4- cobre
,5- acaju
,6- vermelho
,7- mate


Por exemplo: o famoso 6.66 é vermelho intenso porque ele tem apenas reflexo vermelho. E em dose dupla!

3. Esteja disposta a ter trabalho
Os tons vermelhos são difíceis de acertar e desbotam logo. Então é bom evitar sol, sal, cloro, secador e chapinha. Como evitar tudo é muito difícil, é bom escolher sempre produtos que protejam a cor do seu cabelo. E mesmo que você queira manter o tom em casa, tenha sempre uma cabelereira de muita confiança para pedir dicas, sanar dúvidas e corrigir as besteiras que a gente sempre acaba fazendo.

4. Entenda que cabelo vermelho não é ruivo
Cabelo vermelho é vermelho, né. Mas cabelo ruivo é mais laranjinha. Se você quiser ter cabelos ruivos, fuja dos tons avermelhados que tenham reflexos 5 ou 6. Prefira os reflexos 4, que são acobreados e se aproximam mais dos ruivos de verdade.

5. Não faça grandes mudanças sozinha
Por exemplo: se você tem cabelo preto e quer desfilar por aí com a cabeleira da Julianne Moore, faça isso num salão (e depois me ligue para contar como conseguiu). Se quiser fazer tudo sozinha, em casa, não faça mudanças drásticas. Escolha tons que se aproximem do seu cabelo natural, e se possível, use tonalizantes (pelo menos para começar). Acredite em mim: é melhor ter cuidado e conseguir um cabelo quase como você queria do tentar consertar um tom errado.

Depois de muitas tentativas acertadas e errôneas, eu consegui sossegar numa cor. Meu cabelo natural é castanho claro acinzentado (provavelmente 5.1) e agora eu uso um tom 645, que só clareia meu cabelo em um tom e dá reflexos dourados e acobreados.



O cabelo é da farmácia, mas o bronzeado saturado é meu mesmo

16 de abril de 2010

Tricotando

Postado por Ci na sexta-feira, abril 16, 2010 3 comentários
Eu gosto de aprender artesanatos. Acho que lá no fundo (bem deep inside), eu tenha até algum talento. Não herdei da minha mãe a curiosidade pelo tricô, mas a minha avó era daquelas que assistiam Ana Maria Braga tricotando sem perder nem um pontinho. Minha tia que me ensinou (a bordar, a pintar pano de prato, me deixou brincar com a massinha do biscuit) a tricotar em três simples etapas: 1 coloque a lã na agulha até o tamanho que você quer que fique, 2 pra frente é tricô, 3 pra trás é meia.

Ela me ensinou outras coisinhas também, como, faça sempre com uma agulha grossa para render e que meia "sobe" mais que tricô. Pois bem, estes ensinamentos nao me deixam fazer um enxoval de bebê, mas me permitem fazer todos os cachecóis que eu conseguir.

Assim descobri minha deliciosa terapia. Eu vou até a fantástica loja de lãs, passo horas escolhendo a lã ideal (para a tortura da atendente), e começo a fazer o meu cachecol, o que demora... bem, muitos dias.

Acho que é uma terapia barata e um tanto quanto divertosa. E não é difícil de aprender.

Pratiquem!
 

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