Quando eu era pequena, ganhei um cachorro. Se chamou Snoopy porque veio com esse nome, por mim, teria o nome do macaco do Elo Perdido, no auge do meu sucesso na época, mas sinceramente, não lembro mais o nome... Sei que ganhei um cachorro quando pedi um irmão, e isso (e os meus 6 anos de idade) fez com que eu nao cuidasse do cão tão bem assim. Ainda sim, ele foi muito bem cuidado pela minha mãe (a mãe do meu irmão) por 11 anos, quando comeu o veneno do rato.
Ainda pequena, eu tive uns 18 pintinhos. Era comum as crianças criarem pintinhos ou só eu que era uma criança sozinha e minha mãe tentava me arrumar companhia? Eram pintinhos amarelinhos, que a gente comprava na volta pra casa. Eu disse 18? Só na época do pré, deve ter sido 1 por semana. Diz a lenda e a minha mãe que alguns ela mandou pro sítio, mas pode ter certeza, pelo que me lembro, matei a maioria... O mais chocante ou que ficou mais forte na memória foi o que eu derrubei a vassoura nele. Aí eles adormeciam meios cambaleantes e no outro dia de manhã vinha a triste notícia: o pintinho foi pro galinheiro do céu. Mais choradeira, mas pintinhos! Eram todos iguais mesmo! Às vezes eu teimava em querer a codorna. Aí minha mãe comprava logo um casal pra ver se pelo menos saia uma refeição dali, né? Mas nada... Acho que elas ficavam bravas porque a gente cortava as asas e se recusavam a nos dar a cria.
Já maior, vieram os peixes. A Tata me deu o falecido Flitwick e minha avó a falecida Mafalda Fata. Depois, meu pai comprou uns peixes tão grandes pro aquário que pareciam tubarões. Aí foram para o mar do céu o peixe do meu pai (que eu não lembro o nome) e o da minha mãe (que eu também não lembro o nome), assassinados pelo meu revoltado e atualmente falecido peixe chamado Cavalo-branco. Quando fui escolher, peguei logo o maior. Aí ele era brigão, matou os outros dois na porrada (ele dava cada pancada que chegava a levantar a tampa do aquário) e morreu de tédio, porque não tinha mais com quem brigar.
Agora não tenho mais animais de estimação. Já tentei há um tempo atrás, sem sucesso. Mas o que me preocupa mesmo é: como será que é ter um filho? Porque se os desastres permanecerem, a Manuela, a Carol, a Mariana (ééé eu gosto de Mariana sim!), não duram 3 dias sob meus cuidados... Talvez um menino seja mais resistente e dure mais tempo, só talvez. Agora que o tempo está passando mais depressa, acho que tenho que ficar um pouco mais velha e mais responsável para cuidar de outra vida. Pezinhos tamanho 21 são frágeis demais para serem mal cuidados, não é mesmo? Quanta responsabilidade! Filho não é cachorro, pintinho ou peixe. Definitivamente nao é.
Mente que puxa, hoje fui comprar o presente de Natal da Bruna. Ela tem 1 ano e meio e a gente se adora! Ela é filha da solange, manicure aqui do salão. Comprei um maiô cor-de-rosa e os chinelinhos tamanho 21 também cor-de-rosa. Não me pergunte como cheguei nos pintinhos dentro daquela loja colorida cheia de miniaturas.
11 de dezembro de 2009
9 de dezembro de 2009
Querida rotina
Todo mundo diz que os relacionamentos estão fadados a cair na rotina, e talvez eles estejam mesmo, mas eu me pergunto, isso tem que ser uma coisa ruim? Talvez seja por que eu sou taurina, mas a rotina não me incomoda, ao contrário, ela me deixa mais segura, mais controlada, mais planejada. Eu tenho pelo menos 3 opções de caminho pra ir trabalhar, mas, óbvio, eu defini o melhor e vou sempre por ele, a não ser que eu acorde atrasada e precise usar o plano B. No trabalho, eu tenho toda uma rotina que me deixa mais organizada e as empresas em geral definem suas rotinas e cada funcionário tem que se adequar. Então por que as pessoas tem esse conceito padrão de que rotina é ruim?
Desde que eu comecei a namorar eu ouço coisas do tipo: Aproveita agora, por que daqui a algum tempo você vai ver... o começo é que é a fase boa, depois de 1 ano tudo desanda, vocês caem na rotina. Bom, eu não tenho muito com o que comparar, por que é a primeira vez que algum relacionamento meu dura mais de um ano (aliás, mais de 3 meses) e eu não acho muito certo comparar com relacionamentos de outras pessoas, mas eu preciso dizer que a rotina não me incomoda. Óbvio que depois de quase 1 ano e 6 meses não há como negar a existência dela, mas eu juro que acho até melhor agora. It's getting better all the time! Será que sou só eu?
Poxa, no começo tem aquela coisa avassaladora, tudo é novidade, o coração dispara por qualquer coisa, é a fase do descobrimento, mas também é a fase da dúvida, do: o que eu vou falar?, será que ele vai me ligar?, o que ele vai achar disso?, será que ele vai gostar dessa roupa?, de demorar 30 minutos pra decidir o sabor da pizza, de não saber qual filme escolher no cinema. De sorrir pra tudo, de ser simpática pros amigos dele irem com a sua cara, de conhecer a família.
Depois, você conhece tão bem a pessoa que está ao seu lado que sabe que pode falar qualquer coisa pra ela, sem medo de julgamentos, que pode escolher o seu melhor vestido ou estar descabelada e ainda de pijama às 4 da tarde e ele vai te achar linda. Que decide em 10 segundos que vocês vão pedir meia portuguesa sem ovo (porque portuguesa é minha preferida, mas ele não gosta de ovo). Que pode falar pra ele baixar aquele filme que ele tanto quer ver da internet e assistir sozinho, por que você não vai de jeito nenhum no cinema pra ver um filme nacional (odeio) e ao mesmo tempo convencer ele a parar de ver aquela série super legal pra vocês poderem assistir juntos, sabe-se lá quando, já que tem umas 3 na frente dessa. Que pode chamar o seu cunhado de sem noção ou gostar da sua sogra como se fosse sua mãe. Que os amigos dele viraram seus amigos também. Que você sorri por querer.
Eu gosto de certezas, gosto de saber que nós vamos estar juntos de sexta a domingo, mesmo que eu não saiba exatamente o que faremos. E gosto da certeza de que se a gente sair nos 3 dias, vai ser bom, mesmo que seja pros lugares que a gente sempre vai. E se a gente ficar os 3 dias trancados em casa, vai ser bom também, e nossa única grande decisão vai ser escolher um filme legal pra baixar e nossa grande briga vai ser pra decidir se vamos assistir Friends ou Prison Break e nossa grande dúvida vai ser o que comer.
E se o passar do tempo fez com o que o meu coração parasse de disparar, nunca vai me fazer deixar de sorrir quando eu recebo aquela mensagem inesperada no meio do dia.
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7 de dezembro de 2009
Customize!
Obs.: lembrem-se, as fotos são feitas pelo celular.
Obs. 2: sim, eu vou me esforçar para vencer a preguiça e pegar a câmera para as próximas fotos.
Era uma vez uma carteira muito velha que pertencia a minha avó. Uma dessas carteiras de mão, sabe? Pois bem, há alguns anos a minha avó achou que a pobre carteira já tinha chegado no fim da linha e resolveu jogá-la fora. Quando eu vi, recolhi na mesma hora! Mesmo velhinha, eu achei que ela ainda tinha um grande potencial!

Acontece que eu guardei a carteira e acabei nunca usando, porque toda vez que surgia uma oportunidade eu olhava para a pobre e pensava que ela estava mesmo no bico do corvo. E assim passaram-se anos, até que a moda se encarregou de nos bombardear com essas bolsinhas pequenas e delicadas com alças de metal. Caras, em sua maioria.
Nesse momento eu lembrei da carteira da vovó e pensei que sim, havia uma solução para ela! Pensei um pouco, visitei armarinhos para ver o que poderia ser feito, e resolvi customizar a velhinha (a bolsa/carteira, não a minha avó).
Bordei lantejolas em todo o contorno, arrematei o fecho com uma rosa de cetim e coloquei as tais alças de metal. E aí...


Voilà!
Taí a minha versão noturna e festiva para as bolsinhas da moda.
Aprovaram? Espero que sim, porque eu adorei fazer e estou pensando em ganhar dinheiro com as minhas parcas habilidades artesanais!
Obs. 2: sim, eu vou me esforçar para vencer a preguiça e pegar a câmera para as próximas fotos.
Era uma vez uma carteira muito velha que pertencia a minha avó. Uma dessas carteiras de mão, sabe? Pois bem, há alguns anos a minha avó achou que a pobre carteira já tinha chegado no fim da linha e resolveu jogá-la fora. Quando eu vi, recolhi na mesma hora! Mesmo velhinha, eu achei que ela ainda tinha um grande potencial!

Acontece que eu guardei a carteira e acabei nunca usando, porque toda vez que surgia uma oportunidade eu olhava para a pobre e pensava que ela estava mesmo no bico do corvo. E assim passaram-se anos, até que a moda se encarregou de nos bombardear com essas bolsinhas pequenas e delicadas com alças de metal. Caras, em sua maioria.
Nesse momento eu lembrei da carteira da vovó e pensei que sim, havia uma solução para ela! Pensei um pouco, visitei armarinhos para ver o que poderia ser feito, e resolvi customizar a velhinha (a bolsa/carteira, não a minha avó).
Bordei lantejolas em todo o contorno, arrematei o fecho com uma rosa de cetim e coloquei as tais alças de metal. E aí...


Taí a minha versão noturna e festiva para as bolsinhas da moda.
Aprovaram? Espero que sim, porque eu adorei fazer e estou pensando em ganhar dinheiro com as minhas parcas habilidades artesanais!
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4 de dezembro de 2009
Noivas Neuróticas
Além de já ter acompanhado muita gente da família casar (família grande é assim), parentes mais distantes e amigos, tenho na minha vida toda uma série de casamentos os quais a minha participação foi apenas nos preparatórios. Minha mãe, cabeleireira desde antes de eu nascer, já arrumou muitas e muitas noivas, e cada uma delas, tem seu jeitinho e marca de uma maneira diferente.
Há tempos atrás, o envolvimento era um pouco menor. Ela arrumava o cabelo, fazia a maquiagem e dependendo da noiva, ia até a casa dela pra colocar o vestido e dar o toque especial. De uns anos pra cá, com o crescimento do salão, temos o dia da noiva, aí ela passa o dia inteiro aqui. Come, toma banho, faz massagem, unhas, depilação, cabelo, coloca o vestido e se empirulita para o casamento.
É uma emoção tão diferente, é um dia tão especial. Você vê claramente como cada uma reaje às emoções e às tensões de maneira diferente. Esse final de semana, por exemplo, a noiva não quis que ninguém da família estivesse na hora de ela se arrumar (também, fácil de entender, ela quase teve um peripaque quando a mãe ligou e maquiagem estava pronta). Semana passada estava a noiva, as duas daminhas, a irmã e até o pai da noiva veio vê-la, já tomou um café da manhã e tirou foto com ela na hidro (não só ele como a família inteira). Por sinal, essa estava tão calminha... Nem parecia que estava a maior tempestade e ela estava indo casar em um sítio.
Algumas, na hora H, pedem alguma coisa alcoólica pra virar antes de descer a escada. Outras, muito fofas, depois nos trazem a lembrancinha e até bem-casado. Algumas tem vergonha e preferem colocar a roupa íntima pra depois deixar que a gente ajude com o vestido. Outras não estão nem aí e pedem até que você passe o desodorante nelas.
O que é mais especial é participar desse momento. Fechar o vestido, seja ele com fita, zíper ou botões de pérolas. É ouvir as músicas que ela escolheu para a igreja e a festa. É fotografar os momentos que ficarão especialmente inesquecíveis nas memórias delas e minha. E por mais que muitas vezes eu me mostre um pouco resistente a trabalhar com a minha mãe no salão, faço questão de participar desses momentos.
Há tempos atrás, o envolvimento era um pouco menor. Ela arrumava o cabelo, fazia a maquiagem e dependendo da noiva, ia até a casa dela pra colocar o vestido e dar o toque especial. De uns anos pra cá, com o crescimento do salão, temos o dia da noiva, aí ela passa o dia inteiro aqui. Come, toma banho, faz massagem, unhas, depilação, cabelo, coloca o vestido e se empirulita para o casamento.
É uma emoção tão diferente, é um dia tão especial. Você vê claramente como cada uma reaje às emoções e às tensões de maneira diferente. Esse final de semana, por exemplo, a noiva não quis que ninguém da família estivesse na hora de ela se arrumar (também, fácil de entender, ela quase teve um peripaque quando a mãe ligou e maquiagem estava pronta). Semana passada estava a noiva, as duas daminhas, a irmã e até o pai da noiva veio vê-la, já tomou um café da manhã e tirou foto com ela na hidro (não só ele como a família inteira). Por sinal, essa estava tão calminha... Nem parecia que estava a maior tempestade e ela estava indo casar em um sítio.
Algumas, na hora H, pedem alguma coisa alcoólica pra virar antes de descer a escada. Outras, muito fofas, depois nos trazem a lembrancinha e até bem-casado. Algumas tem vergonha e preferem colocar a roupa íntima pra depois deixar que a gente ajude com o vestido. Outras não estão nem aí e pedem até que você passe o desodorante nelas.
O que é mais especial é participar desse momento. Fechar o vestido, seja ele com fita, zíper ou botões de pérolas. É ouvir as músicas que ela escolheu para a igreja e a festa. É fotografar os momentos que ficarão especialmente inesquecíveis nas memórias delas e minha. E por mais que muitas vezes eu me mostre um pouco resistente a trabalhar com a minha mãe no salão, faço questão de participar desses momentos.
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Casamento
2 de dezembro de 2009
Just do it!
Há algum tempo o -super útil- Discovery Home and Health vem apresentando uma coluna em seus intervalos chamada "Além do Prazer", que dá dicas de todos os benefícios trazidos pela prática do sexo, sem esquecer de alertar sobre o sexo seguro. Eu achei as dicas bem interessantes e algumas até surpreendentes, então reuni estas e outras que achei na internet e trouxe aqui pra vocês numa coluna estilo Capricho:
Economize na esteticista: O sexo é um tratamento de beleza. Provas científicas demonstram que quando as mulheres fazem amor produzem maiores quantidades de hormônio estrógeno que dá brilho ao cabelo e deixa a pele tenra.
Transpire muito: Fazer amor de forma tranqüila e relaxada reduz as probabilidades de sofrer dermatites, urticárias ou granos. O suor que se produz limpa os poros e dá luminosidade para a pele.
Academia nunca mais: Fazer amor queima muitas calorias durante a cena "romântica". O sexo é um dos esportes mais seguros que se pode praticar. Estica e tonifica quase todos os músculos do corpo. Se desfruta mais que nadar 20 piscinas ,ou outro esporte que solicite equipamentos especiais.
Chega de choro: O sexo é uma cura instantânea para a depressão leve. Libera endorfinas na corrente sangüínea, produzindo uma sensação de euforia e deixa com uma sensação de bem-estar.
Conquiste ele de vez: Quanto mais sexo praticar, mais sexo vai querer. O corpo sexualmente ativo desprende maiores quantidades de feromônios. Estes sutís perfumes sexuais deixam louco o sexo oposto!
Tá Nervosa? O sexo é o tranqüilizante mais seguro do mundo. É 10 vezes mais efetivo que o Valium.
So kiss me... Beijar todos dias mantém triste o dentista. O beijo secreta saliva que limpa os restos de comida dos dentes e reduz os níveis dos ácidos causadores de cáries, e previne contra o tártaro.
Dê adeus à Neosaldina: O sexo realmente alivia as dores de cabeça . Uma sessão fazendo amor alivia a tensão que aperta os vasos sanguíneos do cérebro.
Melhor que suco de laranja: Praticar sexo de 1 a 2 vezes por semana previne gripes e resfirados. Fazer muito amor descongestiona o nariz fechado. Sexo é um anti-histamínico internacional. Ajuda a combater asma e alergias.
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