28 de julho de 2010

Pés de bailarina

Postado por Tata na quarta-feira, julho 28, 2010 3 comentários
Supondo que deus exista, ele foi um cara muito generoso comigo. Ele me encaminhou pra fila da beleza E da inteligência, me deixou nascer sob um signo legal, me deu o cabelo e a pele mais fácil de cuidar (alias, de não-cuidar), me deu unhas que mesmo cortadas na carne continuam compridas, me deu olhos com pintinhas verdes. Mas acho que eu demorei tanto passando por todos esses departamentos, que, quando eu estava na fila do pé, alguém me empurrou dizendo pra eu ir logo, que estava atrasada pra nascer.

O meu pé é a coisa mais problemática do meu corpo. Primeiro que os meus dedos mindinhos são assim, semi defeituosos. Segundo que ele é a coisa mais ressecada do mundo todo. Nenhum creme adianta e como eu sou ligeiramente desleixada (não faço esfoliação, não passo hidratante todo dia, etc) a situação piora. Ok, não é uma coisa tão horrível de se ver, e quando eu pinto as unhas de vermelho ele fica bem sexy, mas eu nunca poderia namorar alguém que tem tara por pés.

Mas o maior problema mesmo é o fato de nenhum sapato dar certo com o meu pé. Nenhum mesmo. Eu deveria ter escolhido uma profissão que me deixasse usar tênis o tempo todo. Mesmo assim, seria um pouco injusto, porque toda mulher fica muito mais bonita de salto! Mas eu só tenho 'conforto total' quando estou de havaianas ou de tênis. Eu tenho só 2 botas que me dão um 'conforto parcial': uma de salto quadrado bem grosso e bico não muito fino que eu comprei esse ano e usei o inverno inteirinho pra trabalhar (juro, every day) e uma sem salto, meio montaria, que só dá pra usar com jeans. Mesmo assim, se eu ando muito com elas, fico com o pé dolorido na frente.

Nem as sapatilhas se salvam, acho que elas são ainda pior, pega no dedinho, esfola o calcanhar e faz uma bolha nojenta nesse osso do lado do dedão, onde eu tenho uma semi-joanete (porque eu sei que um dia ele vira joanete de verdade). E algumas ainda me dão cãibra (meu, como essa palavra é estranha). Bico fino é um termo que não existe no meu guarda roupa e até as populares rasteirinhas me deixam com a planta do pé dolorida.

Eu não sei se sou eu que estou comprando os sapatos errados, até porque eu sou meio mão de vaca pra isso, mas também, não vou investir um puta dinheiro em um negócio que eu tenho quase certeza que vai me machucar de qualquer forma. Porque na loja eles sempre parecem confortáveis (já reparou como toda loja de calçado é de carpete? Pois é, eu sempre peço para andar no piso), só depois de um uso prolongado eles se revelam.

Pra tentar contornar essa situação, eu tenho 1001 truques. Pra começar eu vou trabalhar todo dia de tênis (todo dia) e levo o sapato numa sacolinha, assim eu fico algumas horas a menos com ele no pé e ele demora mais pra doer. Já me acostumei com os olhares estranhos das pessoas no metrô ao me verem inteira de social e com um tênis no pé e depois que o meu professor me disse que em Londres isso é a coisa mais normal do mundo eu super me senti mega moderna! (Mas eu ainda morro de medo de um dia esquecer o sapato em casa e ir só com o tênis).

Além disso, eu tenho uma série de apetrechos indispensáveis: um monte de protetores de silicone pra planta do pé (pra quando o salto é muito inclinado), dedão (porque toda a pressão do salto vai pra eles) e dedinhos (que ficam esmagados no cantinho do sapato). Claro que não dá pra usar tudo ao mesmo tempo, pois eu precisaria de um sapato 2 números maiores, mas vou adaptando conforme a necessidade do sapato da vez.

E tem o produto mágico: um esparadrapo, mas não um esparadrapo qualquer. É um esparadrapo transparente (e que, segundo a embalagem, ainda é hipoalergênico e deixa a pele respirar). O bom é que ele é 'auto-cortável', você escolhe o tamanho, puxa no picote (ele é todinho picotado) e com a maior facilidade do mundo ele está na sua mão. E juro que não dá pra ver no pé, só se você olhar bem de pertinho, percebe uma coisinha brilhando na pele. Com ele, eu praticamente revisto o meu pé todo e hoje consegui andar mais de 10 quarteirões de Melissa e ainda tenho pé! Uau!


Corre pra farmácia!

26 de julho de 2010

Too much

Postado por Amanda Mirasierras na segunda-feira, julho 26, 2010 5 comentários
Casar, dar festa, montar casa, não dá para negar que tudo isso é bem legal. Mas dá trabalho, é óbvio. E cansa. Porque parece que quanto mais perto chega, mais coisas vão surgindo. Aí eu olho para o calendário, suspiro e penso: dá tempo?

Primeiro sobre a festa. Numa altura dessas, com quase tudo resolvido, começam as dúvidas que só vão dizer se são ou não reais quando estivermos nos pênaltis. Eu escolhi as flores. Será que vão encontrar as que escolhi? Da cor certa? Vão fazer o arranjo como eu quero? E se não der? Então eu escolho outra flor. Mas e se nem essa der? Agora que eu escolhi as músicas, posso contar que o DJ vai encontrar nas versões que eu quero? Por via das dúvidas, gravo um CD com as músicas e versões certinhas. E outro com fotos de decoração, vai. Ah, será que o buquê vai ficar como eu estou pensando?

Será que as pessoas vão conseguir chegar lá? Será que vai chover? E os fornecedores, vão entregar os docinhos na hora? Vai dar para usar as forminhas que eu comprei? E a mesa dos bem-casados? Será que a bebida vai dar? Minha maquiagem vai ficar bonita? E se a minha pele estiver irritada no dia? Vou conseguir tirar o véu sem desmanchar o penteado? Ah, e semana que vem já é a prova do vestido... será que ele estará tão bonito quanto parecia?

Ainda estamos distribuindo os convites. Tem pessoas para quem você PRECISA entregar pessoalmente. Mesmo assim, hoje foi para o correio uma leva enorme de envelopes. Mais dinheiro. Mas foi o fim de um longo trabalho de ligar para as pessoas, explicar que convite chegará na semana que vem, pedir para que confirmem o recebimento. Tem aquelas que não dizem o endereço, mas pedem por favor para que você vá lá levar. Tem gente que te dá o endereço e não expressa a menor animação com o convite. Tem gente que se nega a atender o telefone porque não quer saber de você e nem de porcaria de casamento nenhum.

Minha tia resolveu organizar meu chá de panelas. Eu não gosto dessas coisas, mas são tantas pequenices a serem compradas que é melhor contar com a colaboração dos outros. Lembrancinhas, comidinhas, bebidinhas. Mais dinheiro. E tem que convidar logo, e tem que explicar aonde está a lista, e tem que pensar se vai ter música.

Os inquilinos, que prometeram sair do apartamento agora, no final de julho, resolveram (há um mês atrás, acho) que só vão sair quando terminar o contrato: no dia 3 de setembro. O que fazer, uma ordem de despejo? Demora meses. Então vamos mandar a carta avisando que o contrato não será renovado e que as chaves deverão ser entregues no dia 3. E que o apartamento deverá estar vazio, porque no dia 4 estaremos lá. Vamos ligar para a loja de móveis a agendar a medição dos cômodos com os inquilinos lá dentro, vai. A faxineira deles abre a porta. Lá vão os caras da Italínea dar com o nariz na porta, porque a faxineira faltou.

E tem outros móveis, escolhidos com cuidado e carinho para serem bonitos, com preço camarada e num tamanho que se adeque aos nossos quase 48 metros quadrados. Acrescidos da explicação que não temos como receber nada antes de setembro. Mais lojas, mais conversas, mais orçamentos, ih, mudou agora o destino da lua de mel.

Aí tem gente que te convida para fazer alguma coisa e fica chateado porque você não vai. Mas não dá tempo, eu estou cansada, minha cabeça está lotada de coisas. Tem gente que pergunta por que você vai fazer ou deixar de fazer alguma coisa no chá. Eu sei lá de chá, vou deixar as pessoas se divertirem e aproveitar a tarde para me distrair. Tem gente que questiona decoração, comida, cores, ah, francamente!

É muita coisa, gente. Ainda bem que está acabando!

23 de julho de 2010

Minha vez

Postado por Ci na sexta-feira, julho 23, 2010 3 comentários
Minhas colegas de blog já falaram disso aqui, as duas foram bem claras e precisas, então chegou a minha vez (eu nao estou grávida, só pra constar).

Pouco importa se será menina ou menino. Se for menina, vestirá amarelo, rosa e lilás, se for menino, a festa de um aninho será toda do Palmeiras. Sim, meu filho ou filha será palmeirense! Assim como as lembrancinhas da maternidade, o enfeite da porta e o quarto. Se for menina, prometo dar um tempo com essa coisa de futebol. E espero, terá um irmão/irmã.

Não tenho grandes desejos quanto à personalidade. Quero um filho livre. Quero que ele ou ela saiba exatamente o que está fazendo aqui. Que saiba o que quer, que tenha uma personalidade forte. Quero que seja sincero, aventureiro e carinhoso. Quero que seja inteligente e ser for pra escolher entre CDF e repetente, que seja o mais nerd do mundo!

Quero que ele/ela viaje constantemente, assim como o Bob. Que tenha uma imaginação fértil e que se deixe imaginar e ser criança. Quero que tenha liberdade para chegar e falar a verdade (porque eu sempre tive isso com meus pais, mas nunca tive coragem, então, eu sei que é uma coisa mais pessoal que dos pais). Que goste de todos os tipos de música e acompanhe cada fase.

Espero que meu filho goste de alimentos saudáveis! Mas eu vou deixar que ele coma porcarias e vou comer junto com ele. Espero que ele goste especialmente de pipoca e brigadeiro. E suco de maracujá. E pizza de escarola!

Torço para que seus amigos sejam leais e durem para toda a vida. Não posso desejar muitos primos, já que ele provavelmente terá um primo só (thanks, mum=/). Então espero que ele se dê muito bem com os primos de segundo, terceiro e quarto grau (que serão muitos), porque nada é tão divertido quando a gente é criança do que brincar horrores em uma festinha e ser carregado para a casa do primo ou carregar o primo pra casa.

Gostaria muito que meus filhos praticassem esportes. Por prazer e habilidade. Se for menina, eu vou insistir (um pouquinho pelo menos) no balé. Mas independente da atividade, acho legal que ele não prefira o computador e a TV.

Se for menino e magoar as meninas vai levar uns cascudos. E se for menina e eu souber que anda dando por aí também vai. Tááá, eu sei que repreender não é a melhor solução, mas então, eu vou pedir todos os dias da minha gravidez pro papai do céu para me poupar deste infortúnio.

Não me importa a cor, os cabelos ou os olhos. E sim o carinho, a doçura e o olhar. Na verdade, pouco importa também se até lá eu já terei conseguido convencer o boyfriend de que Mariana é muito mais bonito que Manoela. Ou me convencido de que Erik é um nome muito legal e ele vai poder contar pros amigos que os pais deles gostavam muito de That '70s Show. O que importa, é olhar praquela coisinha frágil e pensar que de tudo que existem no mundo, aquela ali nos seus braços é parte de você, foi feita por você e precisa de você (pelo menos até uns 45 anos (rs!)) pra protegê-la e cuidá-la.

21 de julho de 2010

Top Five: NOT!

Postado por Tata na quarta-feira, julho 21, 2010 4 comentários
Eu sei que isso é uma questão totalmente particular, de gosto mesmo. Mas tem umas coisas na moda que eu olho e penso "como alguém, céus, teve coragem de usar isso?". Você pode pensar que isso acontece mais quando olho pra fotos antigas, aquelas modinhas anos 80 que hoje são inconcebíveis para nós. Mas não. Tem muita coisa atual, considerada super 'in' que eu não suporto. Eu não sei como começa. Alguém considerado 'it' resolve tirar uma com a cara do pessoal e usa (ou cria) uma coisa totalmente sem noção. Aí as pessoas olham e acham que é super legal, e todo mundo sai usando que nem bobo. E pronto, virou moda!

As calças leggings (ou "leg" como o povo adora falar) já viraram clássicos, principalmente no guarda roupa das mais magrinhas, mas ah, é uma calça 'so last season', alguém tinha que 'reinventar' o modelito. E pronto, surgiram as Wet Leggings. Sério, o que é isso? Tem uma loja aqui perto do trabalho que tem umas roupinhas com textura bem parecida. Só pra informar a loja se autodenomina como sendo "moda exótica" e fica na Rua Augusta. Ligue os pontos.

Ainda da série "calças abomináveis que eu nunca vou usar" temos a intrigante Calça Saruel: ela pode ser feita de diversos panos, minha cunhada tem uma molinha que nós apelidamos de pijama, mas você também a encontra em modelos jeans e até de alfaiataria (viu Isabella? Eu aprendi!) pra encarar um evento 'high profile'. Na realidade, elas te deixam como se você tivesse feito um grande cocozão nas calças! Evite.



"Um clássico. Todo mundo devia ter um no guarda roupa". É isso que a maioria das pessoas vai falar se você perguntar sobre o Sapato Oxford. Eu acho mesmo que parece que você roubou do seu tio avô que ia com ele no baile da associação do bairro. Podem dizer que é confortável, quente, combina com tudo e substitui o tênis. Pra mim é feio e no máximo rola pra jogar boliche, mas esse da pra pegar de graça no balcão da entrada. E a Melissa pode até lançar um modelo de plástico, rosa e com cheiro de chiclete. Eu continuo dizendo: NOT!


 
Eu sou uma pessoa que mega me empolgo com maquiagem. Compro muito mais do que uso, mas nos dias que estou inspirada, se me deixar saio por aí parecendo uma drag queen. Adoro cores e misturar verde com roxo pra mim é legal. Mas quem (quem??) foi ter a idéia de fazer Batom Azul? É muito zuado. Começou nos desfiles, que ok, tem que exagerar pra passar a 'concepção' da coleção (apesar de nós, meros mortais, continuarmos sem entender nada). Aí invadiu os editoriais de moda, legal, é bom brincar com as cores nesses anúncios (mas não fica bonito anyways) e então, as pessoas realmente resolveram usar isso na rua. Vindos da família dos já mais aceitos pretos (que eu também acho muito feio, sorry, Julia Petit), com alguns primos variando nos tons verdes, os batons azuis podem ser desde os mais escuros, 'navy', celeste e até com fundinho lilás. Esse, em particular, parece que você está morta. Aff!


E nem os meus queridinhos esmaltes escapam! Preciso confessar que sou meio chata pra texturas de esmalte. Euzinha só uso cremoso porque acho mais bonito e ainda passo brilho extra se precisar. Não gosto de cintilante, nunca uso, me lembra esmalte de avó, mas até acho normal algumas pessoas usarem. Tenho a maior aflição do mundo por esmalte fosco (acho que se eu passar a unha nele, vai fazer o mesmo barulho de lousa). Mas nada se compara a minha aversão por Esmalte Prata. Que coisa horrorosa é essa? Alias, o certo é esmalte metalizado, pois parece que a versão dourada desse horror também circula por aí. Tudo bem a empresa lançar, vale a tentativa, mas daí a virar moda e TODO mundo achar lindo e querer, ou melhor, PRECISAR ter. Aff!


Lembrando que tudo isso é uma opinião minha, só minha, e de mais ninguém. E que a intenção não é ofender" Então se você usou/usaria/usa/ama qualquer desses itens, tenho certeza que você deve odiar alguma coisa que eu amo! Conta pra mim! 

14 de julho de 2010

Top Five: Nice!

Postado por Tata na quarta-feira, julho 14, 2010 4 comentários
Essa deliciosa (pelo menos pra mim) queda de temperatura me fez pensar nas coisas que eu amo no inverno (e eu já devo ter escrito sobre isso milhares de vezes aqui e ). Além do cuzcuz, do vinho quente e da paçoca, eu gosto muito mais das roupas de inverno (oi, eu nasci mesmo num país tropical?). A gente pode abusar das meias-calças, dos mega casacos e dos meus tão amados cachecóis. E tem as luvas. Ah, eu acho tão elegante quando alguém entra em um ambiente tirando as luvas que o protegiam do frio lá de fora. Aliás, o inverno é muito mais elegante. Observem a cara de blasé da Jeniffer Aniston, minha eterna musa, sentada tranquilamente no Central Park, com seu cabelo perfeito, lendo uma revista com seu cachecol de amarração dupla. Dá até pra imaginar ela levantando dali e caminhando até um Starbucks...

Apesar de eu não gostar de "seguir" a primeira moda que aparece por aí, alguns itens acabam chamando minha atenção. Alguns viram obsessão, objeto de completo desejo. Outros eu apenas olho por aí e acho legal, sem nunca chegar a tê-los. E atualmente eles são:

Cachecóis (ou lenços ou echarpes) são peças chaves que podem alegrar qualquer look pretinho básico. Eles podem ser de qualquer tecido, cor ou tamanho e tem inúmeras opções de amarrações. O bom é que o precinho é super camarada. Se você for mais ousada pode até usar um mais leve nos dias mais quentes (vide Gisele).

Outro item chiquérimo para o inverno é o Trench Coat. Até o nome é chic né? Pode ser encontrado em diversos modelos (os tipo vestidinho são lindos), cores (eu gosto de um pretinho básico, mas para as mais ousadas o vermelho cai bem) e tamanhos (prefiro os que vão só até o joelho, acho que muito comprido fica desleixado). O destaque da foto fica pra Suri quando ainda era um bolinho de arroz e pra sua mãe usando Melissa Three Strips Elevated! Agora me diz: que calor é esse que o povo do hemisfério norte sente? Tão sempre com as pernocas de fora!

Se você também gosta de deixar as pernocas de fora, não pode perder os próximos itens! As Meias Estampadas já viraram hit nesse inverno. A Trifil e a Lupo lançam modelos lindos no inverno, das mais rendadas às quadriculadas, com fios mais grossos ou mais finos, opacas ou brilhantes, de todas as cores que você imaginar. Claro que eu, super básica que sou, ainda prefiro as pretinha e mais discretas. Essa de coração é linda!

E pra mostrar bem as meias, você pode optar por uma Saia Cintura Alta. Ok, elas não são exclusividade do inverno e já estão por aqui há algum tempo. Das mais diversas modelagens e texturas, você pode combinar com aquela regatinha da Hering podrinha ou com uma blusa brilhante de paêtes, ou seja, serve pra qualquer ocasião. 

E por fim, agora que você já tem uma super saia, combinada com uma meia calça de arrasar, com um trench coat por cima e finalizada com um cachecol, você pode se arriscar em uma Ankle Boot. Também não é exclusividade do inverno, aliás, fica muito bem com vestidos curtinhos, mas também combina com um jeans basicão.

 

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