29 de abril de 2010

Eu testei: produtos Nivea

Postado por Amanda Mirasierras na quinta-feira, abril 29, 2010 6 comentários
Eu amo qualquer produto Nivea. Minha avó sempre usou, a casa dela inteira tinha esse cheirinho. Até hoje, quando volta da Europa, ela traz aquelas latonas azuis de creme Nivea que hidratam até a alma.

Além do cheiro clássico, gente, nada da Nivea me dá alergia! E acredite, isso é motivo para comemoração! Ainda mais para alguém que gastou os tubos com produtos de todas as marcas e já tinha se conformado que só o corticóide salva. Imagina descobrir que por uns 10 reais os meus problemas estavam resolvidos?

Eu recomendo muito tudo da marca, mas alguns produtos merecem atenção especial. Vamos lá!

Lip Care: bom investimento para o inverno (nós ainda temos esperança de que ele está chegando, né?). Hidrata bem, não é melecado e o cheirinho é bem suave. Tem três versões: Essential, Hydro Care e Repair.Eu já experimentei ou três (exagerada) e aprovei todos, mas o segundo, para mim, foi o melhor deles. Preço na loja online: R$6,08.

Nivea Visage Tônico Suave Hidratante: tônico sem álcool, com cheirinho muito suave também, que limpa e hidrata. Você passa o algodão, ele sai sujo (efeitos psicológicos não são avaliados) e você sente que a pele está hidratada de verdade. Esse é para peles secas (aprovado por mim para peles sensíveis), mas tem linha para peles normais e oleosas. Preço na loja online: R$18,03.

Nivea Soft: é meu hidratante preferido. Pessoas de peles sensíveis, tentem! Eu já tinha tentado usar MUITOS produtos e todos eles deixaram a minha pele avermelhada, coçando e com descamação. Até os produtos Stiefel, que tem linha hipoalergênica e são super recomendados, tiveram pouca eficiência para mim. Mas esse cuidou tão bem da minha pele que eu carrego uma versão miniatura na bolsa. Nem vou falar de novo do cheiro, tá? Preço na loja online: R$7,21.

Creme Antiidade para Mãos: eu testei porque tem proteção UV, e continuo usando porque a hidratação é ótima. A absorção não é tão boa, mas eu relevo. E se você for lavar as mãos muitas horas depois, vai sentir que a camada do produto ainda lá ao passar o sabonete. Preço na loja online: R$9,27.

Olhem o site e conheçam todos os produtos. A loja virtual é muito confiável, e o SAC também foi bastante atencioso comigo. Meu único porém é para quem tem pele oleosa; os produtos hidratam TANTO que o efeito pode ser desastroso. Mas há algumas linhas específicas para cada tipo de pele, e acho que vale a pena tentar pela qualidade dos produtos e pelos preços convidativos.

Esse humilde blog não faz parte da high society, e obviamente não recebi nenhum jabá para elogiar os produtos. Mas Nivea, fique à vontade para me presentear quando quiser!


Bom para a sua avó, bom para você

28 de abril de 2010

28 de Abril

Postado por Tata na quarta-feira, abril 28, 2010 6 comentários
Hoje eu tinha todo o direito de não postar, já que é meu aniversário (entre outros inúmeros fatores). E eu não queria ter que postar no dia do meu aniversário porque é inevitável que eu fale sobre mim, o que nunca foi o propósito desse blog. Mas já que eu tive que vir até aqui pra avisar o motivo da minha falta de post e se vocês já perderam tempo acessando e lendo todo esse blábláblá, eu vou continuar...

Já que os últimos três post tiveram essa temática de infância, crianças e herdeiros resolvi fazer uma foto-análise mostrando como, desde pequenininha, já dava pra perceber muitas coisas sobre mim e, talvez, eu já possa imaginar como será a minha filha (porque eu desconfio que ela não vai parecer muito com a Suri!)


Aqui eu tinha 1 aninho. Fala se eu não era um bebê fofo?! Já podemos observar os meus dentinhos separados e a minha predileção por presentes não-úteis em detrimento às roupas. Reparem que eu não era loira, nunca fui um bebê loiro. Aliás, é impressionante como rico sempre tem filho loiro né?


Uma foto que diz muito sobre mim. Aqui eu já sustentava o meu bronzeado made em Av. Paulista e o rosto de Buzz Lightyear começava a se formar. Os dentinhos ainda estão aí e nessa época eu já sustentava as irritantes dobrinhas embaixo do braço. Sempre antenada, já estava na moda das sombrancelhas apagadas, porém eu não pareço lá muito feliz desfilando nas areias de Santos com o meu maiô petit poá com imitação de Ursinhos Carinhosos.


Viu como eu nunca fui loira? Acho que desde essa época meu destino estava cruzado com a água oxigenada. O destaque dessa foto vai pras minhas covinhas em evidência. Ao contário da Cindy, eu parecia muito feliz com as minhas chuquinhas  *não tão* laterais - mas é que o meu cabelo já era bem liso (cof cof) e elas escorregariam se estivessem mais pro lado. Repararam no casaco? Pois bem vindos ao frio! Meu aniversário costuma inaugurá-lo oficialmente. (Na foto eu fazia 2 anos)


Essa foto eu só estou colocando pra vocês rirem, porque eu acho ela muito engraçada. Destaque pra minha cara de delinquente juvenil (viu como eu sou má?), minha predileção por cabelos curtos e pras formas rechonchudas - a minha mãe devia ter instaurado a dieta a base de alface desde essa época e eu seria uma adolescente bem mais feliz. E mais uma vez adiantando tendências: saia de cintura alta!

E agora me dêem licença que eu preciso abrir mais um pacotinho aqui! =P

26 de abril de 2010

Para sempre Alice

Postado por Amanda Mirasierras na segunda-feira, abril 26, 2010 6 comentários
Alice no País das Maravilhas formou minha tríade de histórias-infantis-não-infantis predileta juntamente com Peter Pan e O Mágico de Oz. E como eu sou uma pessoas extremamente possessiva com meus gostos, fiquei muito brava quando soube que haveria uma adaptação da história para o cinema. E pior: com o Johnny Depp e dirigida por Tim Burton. Desde os primeiros boatos eu vislumbrei milhares de pessoas usando o Chapeleiro Louco como avatar do Orkut, adolescentes usando camisetas da Alice e milhares de ítens ilustrados com o meu adorado Cheshire. Algo como aquela euforia que houve em torno do remake d'A Fantástica Fábrica de Chocolate. Enfim, o caos completo.

Alice não é história de criança, isso todo mundo sabe. Também todo mundo já escutou versões e especulações sobre lisergia, pedofilia, mensagens subliminares e mais um caminhão de histórias. Eu, que conheci Alice pela Disney muito antes de ouvir falar em Lewis Carroll, me encantei com os personagens mágicos, as milhares de cores misturadas e a menina que era ora grande, ora pequena. E que, desperta, percebeu-se de fato maior ou mais velha. Isso eu sempre entendi.

E eu, durante toda a minha vida, oscilei entre ser pequena e grande. Como todo mundo, aliás. Eu sou muito grande quando falo sobre o meu casamento, penso nas minhas opções de futuro e me preocupo com as questões cotidianas. Quando preciso optar entre emprego ou bolsa, entre um doutorado certo e um mestrado incerto, entre a minha escolha e a minha vocação, eu sou um gigante cheio de interrogações.

Mas depois eu volto para casa no fim do dia e escuto um CD conhecido enquanto tomo banho. Eu assisto dezenas de vezes as minhas séries preferidas e vou diminuindo. E quando entro no meu prédio pensando que em alguns meses serei visitante na casa onde nasci, meu coração aperta tanto que eu passo pela porta muito, muito pequena. Tão diminuta que quase peço à minha mãe que me leve no bolso para o trabalho dela.

Penso em todas as rosas brancas que pintei de vermelho. Em todas as vezes que me prendi num chá sem fim. Em rainhas e animais falantes que ainda hoje ocupam a minha mente sempre tão presa ao que é indiscutivelmente real. Pequenos e grandes, entrando pelas fechaduras e saindo dos buracos, todos oscilamos entre crianças e adultos por toda a vida. E a graça é essa.

Portanto, não importa que tenham maculado uma das melhores histórias numa versão mornamente arriscada. Nem importa se o Tim Burton não conseguiu imprimir sua marca macabra numa história tão colorida. Seja num suposto sonho infantil ou num pedido de casamento, o importante é saber que ninguém é crescido o bastante para deixar de ser pequeno.


Não é tarde!

23 de abril de 2010

O não-ballet e eu

Postado por Ci na sexta-feira, abril 23, 2010 5 comentários
Quando eu era pequnininha, fui colocada no ballet, como toda boa menina. Para provar como usar o collant rosa era torturante para mim, vejam vocês mesmos:

Não sei se era o collant rosa ou as chuquinhas laterais que me davam dor de cabeça
Acontece que eu era uma menininha mimada, irritante, que não sabia nada da vida, cujas vontades eram todas realizadas. Até que em um belo dia de sol, minha mãe resolveu me tirar das aulas de ballet.

Eu juro que eu não era eu naquela época... Hoje, eu daria tudo para ser uma bailarina que usa as tais sapatilhas de ponta. O pior é que é uma coisa que deve sim ser praticada desde pequenininha. Eu não tenho corpo de bailarina e agora, seria tarde demais. Pelo menos pra mim, eu acho que é.

Quando tinha uns 14 anos, comecei a fazer jazz. E eu gostava muito também. Com o jazz, eu consegui compensar um pouco a frustração por não ter me tornado uma bailarina de ballet. Fiz o jazz por uns anos e depois, com o trabalho e estudos, tudo ficou cansativo demais, até que eu parei de novo.

A vida da gente não volta. Eu não terei mais tardes livres (e se eu tiver, não saberei o que fazer com elas, como a folga de hoje, que eu não fiz absolutamente nada), não pararei de trabalhar e estudos, sempre temos que nos atualizar. Não tem jeito. Essa é a vida agora. E resolvi que não vou deixar de fazer as coisas que gosto por causa de tempo. Tenho é que usar meu tempo para fazer coisas que gosto, pois já passo boa parte dele fazendo coisas que não gosto ou que não são pra mim. E por mim. Então amanhã, recomeço oficialmente minhas aulas de jazz. E daqui a três meses, se tudo der certo, começo as aulas de ballet (porque obrigar a minha filha a fazer ballet por uma frustração minha não será nada legal... *tomara que ela queira*tomara que ela queira*tomara que ela queira*).

Em alguma aula de jazz, em algum lugar entre 15 ou 16 anos

21 de abril de 2010

Instinto materno

Postado por Tata na quarta-feira, abril 21, 2010 6 comentários
Essa semana foi o aniversário de uma coisinha muito fofa: A Suri! Apesar desse nomezinho estranho (que, dizem, significa princesa em hebraico) ela é a coisa mais linda desse mundo - e o sobrenome é Cruise, então a gente dá um desconto. Eu sou apaixonada por essa boneca desde que ela nasceu e tenho a obsessão de ter uma filha com esse alto nível de fofura... e branquinha com o cabelinho chanel castanho liso escorrido! Aproveitei o espaço aqui pra fazer um momento coruja, pois acho que se tem uma coisa que derrete qualquer mulher, é criança!

A Suri já nasceu causando polêmica e tem sido assim durante toda a sua breve vida. Seus pais tentaram escondê-la no início e um monte de revistas começou a noticiar que a pobre menina não existia. Nessa época o Tom Cruise estava com uma péssima fama por causa da cientologia e eu acho que a fofurice da Sui contribuiu muito pra apagar essa imagem. Enfim, aos três meses, eles resolveram mostra-la ao mundo: (Todas as fotos aumentam, é só clicar!)


Ela era só um joelho meio japonês bem cabeludo e eu achei que ela era a mistura prefeita do pai e da mãe (hoje eu acho que ela parece mais a Katie). Nesse tempo seus pais mal sabiam que ela seria a filha de celebridade mais fotografada do mundo. A Suri continuou aparecendo cada vez mais, até no casamento dos pais foi e virou uma bolota bem bonitinha:


Apesar de ariana, ela deve ter um ascendente muito bom, pois sempre foi simpática com as câmeras e acho que isso motivou a alta perseguição em volta dela e o número imenso de fotos que circulam por aí (vocês não imaginam quanto tempo eu perdi escolhendo as fotos pra esse post!). Ela vive arrastando suas bonecas e mamadeiras por aí, enquanto faz compras com a mãe e come guloseimas bem gostosas - ela adora doces! Mas também varia saboreando suas havaianas!




Os fotógrafos a perseguem e as revistas de fofoca adoram tirar proveito da popularidade da menina pra aumentar suas vendas. Sempre discutem sobre a super exposição dela (da qual eles mesmos são responsáveis) e adoram dizer que a garota passa frio, mas a própria mãe declarou que ela só gosta de usar vestidos e ninguém consegue por uma calça nela! Mas é tudo perseguição mesmo, porque além dos vestidinhos fofos, ela também usa casacos e acessórios super estilosos:



E claro que todo esse estilo iria se aflorar cada vez mais, hoje ela está bem crescidinha (inclusive o cabelo), vive fazendo moda, adora uma maquiagem e causou um alvoroço ao aparecer de salto. E que criança nunca quis usar os saltos da mãe? Mas é só pra fazer charminho mesmo e ela acaba tirando eles em 5 minutos e aparecendo por aí descalça.


No fundo, o que as pessoas esquecem, é que ela é só uma criança normal, que faz birra, manha, chora, corre, pula, brinca, mostra a língua, enfia o dedo no nariz e, acima de tudo, se diverte!


Dia 18 Suri fez 4 anos (já!) e eu tenho que confessar que sou quase obcecada por ela! Quase? Ok, sou um pouquinho, mas é que ela é muito fofa! Tem dois blogs muito legais sobre ela, que eu entro todo dia (tá, sou obcecada mesmo): o primeiro é O Fantástico Mundo de Suri, que é nacional e quem escreve é a fofa da Thereza (que também é dona do Fashionismo, que vale muito a entrada) e o segundo é o We get it, Suri onde eles ficam tentando decifrar as cara e bocas dela, é em inglês, mas vale jogar no google tradutor, porque é engraçado demais!

E eu espero que a Suri continue essa menina tão linda, fazendo essas caretas gostosas e que não vire uma it girl bêbada quando crescer. E enquanto eu não resolvo fazer uma Suri, bem que podiam lançar uma boneca dela, estilo essas da Chiquititas e da Maysa, eu compraria na certa!


 

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